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Máfia Verde: o ambientalismo a serviço do Governo Mundial

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Longe de ser um fenômeno sociológico espontâneo, fruto de uma conscientização sobre as reais necessidades de compatibilização entre as ações humanas e o meio ambiente, o movimento ambientalista internacional foi criado e vem sendo empregado como um obstáculo contra as perspectivas de expansão da civilização industrial a todos os povos e países do planeta, bem como contra a instituição do Estado nacional soberano.

Por trás desta estratégia, está uma coleção de famílias oligárquicas internacionais, reunidas sob a liderança anglo-americana, para a qual o ambientalismo tem servido eficientemente ao propósito de obstaculizar os esforços globais de desenvolvimento socioeconômico.

No Brasil e países vizinhos, tal ofensiva tem dificultado sobremaneira a implementação de projetos de infra-estrutura imprescindíveis à integração física da América do Sul.

Máfia Verde desvenda as forças oligárquicas que dirigem o movimento ambientalista, seus planos hegemônicos e a rede internacional de organizações não-governamentais (ONGs) que executa tal investida.

Índice:

Introdução
1. Ambientalismo, 500 anos de métodos oligárquicos
2. As raízes oligárquicas do ambientalismo
3. Como os britânicos criaram as ONGs
4. Máfia Verde e os "ONGagutangos"
5. O Brasil enfrenta o ambientalismo
6. Hidrovia Araguaia-Tocantins: a conexão Amazônia-Cerrado
7. O caso da hidrovia Paraná-Paraguai
8. Roraima no centro da internacionalização da Amazônia
9. Como foi criada a reserva ianomâmi
10. O papel do MST na "africanização" do Brasil
11. Defendamos a natureza contra o ambientalismo radical

Apêndices:
1. A história do controle de população
2. O relatório NSSM-200
3. O Iluminismo e as raízes ideológicas do ambientalismo
4. A infra-estrutura e o ABC dos corredores de desenvolvimento

Anexos:
1. A geopolítica dos transgênicos

Índice remissivo

Capa: Montagem sobre a magistral pintura de Francisco Goya retratando Saturno, o cruel deus do tempo e filho de Urano e Gaia, a deusa exaltada pelos ideólogos do ambientalismo.




Organizador: Lorenzo Carrasco - Vários autores
Capax Dei Editora Ltda., 2001, nona edição, 316 páginas, R$ 47,00 (com o correio incluído)

Prazo de entrega: 5 dias úteis

Pedidos e informações: editor@alerta.inf.br  ou pelos telefones 21-2551-9442,  21-2532-4086 e 21-8665-0031

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Comentários (2 postado):

Valmont on 28 October, 2009 17:59
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Todo radicalismo conduz a conclusões e decisões errôneas.
Tão equivocado quanto o radicalismo dos ambientalistas manobrados por interesses obscuros é o radicalismo do desenvolvimentismo ilimitado.
Uma certa moderação seria bem-vinda, no sentido de equilibrar as idéias, dotando-as de bom senso.
Nem tanto ao mar, nem tanto à terra. A síntese da verdade, em geral, não se encontra nos extremos.
O debate acalorado e permeado de interesses econômicos antagônicos nos conduz a discursos extremados que terminam por desviar o foco da verdade e do bem comum.
Mas, como toda denúncia só tem impacto se for realmente bombástica, justifica-se a radicalização apenas para provocar e abrir o debate. Espero que, ao final dele, se chegue ao equilíbrio necessário.
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Jô Freitas on 06 November, 2009 18:08
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cuidado Brasil
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