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A fraude da elevação do nível do mar

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6/ago/98 (AER) - Este artigo, de autoria do respeitado ceanógrafo Robert E. Stevenson, Ph.D., foi publicado originalmente na edição de Inverno de 1998 da revista 21st Century Science & Technology e desmistifica uma das visões apocalípticas prediletas do WWF como decorrência da teoria do "aquecimento global":

Em 1988, para dar legitimidade à fraudulenta teoria de um "aquecimento global induzido pelo homem", o diretor do Programa das Nações Unidas para o Meio ambiente anunciou a formação do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (PIMC), para operar sob os auspícios da Organização Meteorológica Mundial (WMO). Na sessão inaugural do Painel, seu presidente, Dr. Bert Bolin, concluiu: "Eu penso que as mudanças climáticas induzidas pelo homem estão seguindo o seu caminho. Esta é a minha visão e ela é compartilhada por uma maioria dos cientistas engajados em pesquisas neste campo".

A declaração de Bolin era um claro prenúncio da conclusão que, eventualmente, seria apresentada ao mundo. Foi a primeira, mas de maneira nenhuma a última prevaricação deliberada a ser pronunciada do topo do "Monte Aquecimento Global".

Em junho de 1990, os primeiros relatórios dos grupos de trabalho do IPCC foram tornados públicos. No sumário executivo WG1, intitulado "Avaliação Científica das Mudanças Climáticas", fomos informados de que: 1) "a temperatura média global aumentou em 0,3-0,6o C no último século; e 2) "o nível do mar global aumentou em 10-20 cm". Ademais, somos informados de que "este aquecimento é da mesma magnitude que a variabilidade climática natural" e que "uma detecção inequívoca do efeito estufa ampliado a partir de observações não é provável por uma década ou mais".

Observações oceanográficas feitas ao longo de 1990 estabeleceram que o nível do mar tem subido a uma taxa de 11 cm a cada 100 anos, pelo menos nos últimos três séculos. Diante disto, os números referentes ao nível do mar e ao aquecimento citados no relatório, certamente, não tinham grande relevância.

Ah, mas então vieram as previsões: se os principais países não reduzissem significativamente o uso de combustíveis fósseis e, por conseguinte, as emissões de gás carbônico, dizia o relatório, então, no próximo século, a taxa de aumento das temperaturas médias globais da atmosfera será "da ordem de 0,3o C por década". Em 2025, as temperaturas em todo o mundo seriam "1o C maiores que no presente e, ao final do próximo século, 3o C maiores". No mesmo período, dizia o relatório, o nível do mar subiria a "uma taxa média de 6 cm por década (com uma faixa de incerteza de 3 a 10 cm por década), principalmente devido (sic) à expansão térmica dos oceanos e o derretimento de gelos continentais". Assim, por volta do ano 2100, o nível do mar estaria "65 cm mais alto que hoje".

Essa era uma previsão perturbadora, menos pela sua magnitude e mais pela afirmativa completamente errônea de que um aumento de 1o C na temperatura atmosférica produziria uma elevação do nível do mar de 2 pés, devido à expansão térmica. Era evidente que os redatores do relatório não tinham o menor entendimento da termodinâmica dos oceanos. Se eles tivessem feito os cálculos mais elementares, teriam verificado que um aumento de 1o C na temperatura atmosférica seria absorvido no primeiro metro de profundidade dos oceanos, produzindo um aumento desprezível na temperatura da água e uma expansão térmica imperceptível.

Uma elevação de 2 pés no nível do mar necessitaria de um aumento da temperatura atmosférica de 8o C durante um período de 13.200 anos! Tal previsão de aumento do nível do mar foi rapidamente contestada por oceanógrafos geofísicos, que se sentiam bastante confortáveis com uma taxa reconhecida de aumento do nível do mar de 11 cm por século e pensavam que a verdade seria logo conhecida.

Ledo engano. Em vez disso, não apenas o PIMC continuou a promover a sua "termodinâmica" impossível e totalmente anticientífica, mas, igualmente, líderes políticos do mundo ocidental e as bem financiadas organizações não-governamentais (ONGs) começaram a circular a "história da catástrofe" entre as 14 nações insulares independentes, afirmando que, brevemente, os recifes de coral que as protegem estariam submersos! Disseram-lhes que se elas não se juntassem e tentassem forçar restrições ao uso de combustíveis fósseis pelos países industriais, as suas nações insulares desapareceriam sob as ondas do oceano. Elas se juntaram - sob a direção e a assessoria da Greenpeace, a mais militante das ONGs "verdes".

Toda essa agonia mental, política, social e cultural poderia ter sido facilmente evitada se o IPCC tivesse incluído algo de conhecimento oceanográfico básico em suas deliberações e o tivesse feito com honestidade franca. Na verdade, a taxa normal de crescimento dos corais formadores de recifes medida pelos oceanógrafos é da ordem de 12 mm/ano - ou seja, meia polegada. Além disto, durante o período de mais rápida elevação do nível do mar após a última glaciação, entre 8.000 e 10.000 anos atrás, o crescimento vertical dos recifes de coral foi superior a uma polegada por ano.

Conseqüentemente, qualquer que seja a taxa de aumento do nível do mar fabricada pelo PIMC, a OMM ou o PNUMA, trombeteado pelos líderes políticos que sejam, nenhum recife de coral ficará submerso!

As vergonhosas e deliberadas mentiras sobre o aumento do nível do mar espalhadas entre os cidadãos das ilhas vastamente espalhadas e predominantemente situadas na zona tropical causaram uma grande inquietação e um grande dispêndio de recursos por governos que não podiam se dar a este luxo. Todos os esforços da comunidade oceanográfica para fornecer dados e informações reais às lideranças políticas das nações insulares foram obstaculizados pelo PNUMA, pelo PIMC e pelas agências de cooperação dos países ocidentais.
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Comentários (5 postado):

OSWALDO ROS on 15 April, 2009 14:39
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Então deixa eu informá-lo que a ilha de Tuvalu, entre o Havaí e Autrália está sendo abandonada, evacuada, pelos seus habitantes, cerca de 11000 pessoas, devido ao aumento do nível do mar durante o século xx e que torna-se impossível continuar habitando aquela ilha devido invazão continuada das águas do oceano.
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Julio on 21 May, 2009 7:35
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Não consigo entender como se tentam convencer que o planeta terra continuará o mesmo tendo o homem desmatado tanto como desmata, poluindo a atmosfera tanto como polui!!!
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Flavio on 20 September, 2009 20:50
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Antes das grandes navegações, antes de Colombo descobrir a América, quando se pensavam que a terra fosse quadrada, e mesmo na época dos dinossauros , a ilha de Tuvalu, já estava sendo invadida pelo mar.
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anonimo on 25 October, 2009 20:46
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Contra fatos não há argumentos. O aquecimento global está aí para quem quiser ver e o pior cego é aquele que não quer ver!!!
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tiago on 16 December, 2009 16:07
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bah, qto trouxa por aqui... o sr. ros nunca ouviu falar em erosao costeira... no nosso planeta existem lugares onde o mar avanca (erosao) e onde recua (acrescao)... ja ouviu falar em placas tectonicas, isostasia e por ai vai? pelo visto nao, de certo ler algo util nao e o seu forte, vai estudar um pouco, alias nem sei pq li os comentarios aqui, sabia o que ia encontrar...falam sem saber do assunto, so pq assistiram no JN e globo reporter... isso q da votar no filho do brasil
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