Livro: "A fraude do aquecimento global"
A fraude do aquecimento global
Como um fenômeno natural foi convertido numa falsa emergência mundial
Geraldo Luís Lino (*)
Prefácio de Luiz Carlos Baldicero Molion
Capax Dei, 2009, 160 p. (il.), R$ 28,00 (ISBN: 978-85-98059-12-9)
27/nov/09 (Alerta em Rede) - O aquecimento global não é uma ameaça à humanidade – a histeria “aquecimentista”, sim!
As mudanças climáticas são fenômenos naturais que ocorrem há centenas de milhões de anos e contra as quais a humanidade pouco pode fazer no seu atual estágio de conhecimento, além de entender melhor a sua dinâmica e adaptar-se adequadamente a elas. O infundado alarmismo “aquecimentista” é promovido por interesses políticos e econômicos, que transformaram um debate científico em uma obsessão mundial e uma verdadeira indústria. Por isso, o público em geral ignora que:
- não há qualquer evidência científica concreta que vincule os combustíveis fósseis aos aumentos de temperaturas ocorridos desde o final do século XIX;
- as temperaturas mundiais pararam de subir no final da década de 1990 e estão em queda;
- os níveis do mar já foram mais altos que os atuais;
- as atuais concentrações atmosféricas de CO2 estão entre as mais baixas da história geológica da Terra;
- temperaturas e níveis de CO2 mais altos que os atuais seriam benéficos para a maioria dos seres vivos, inclusive o homem.
A fraude do aquecimento global supostamente causado pelo homem está sendo manipulada para converter a atividade científica em um processo de “assembléia de consenso”, apoiado por uma mídia geralmente acrítica e anestesiada e pelos recursos técnicos de Hollywood. Neste livro, encontram-se argumentos para ajudar a devolver essa discussão crucial ao campo do qual ela jamais deveria ter sido subtraída: o da boa ciência e do bom senso.
(*) Geraldo Luís Lino é geólogo, especializado na aplicação de estudos geológicos a projetos de engenharia civil e avaliações de impactos ambientais. É fundador e diretor do Movimento de Solidariedade Ibero-americana (MSIa) e co-autor dos livros Máfia Verde 2: ambientalismo, novo colonialismo (2005) e A hora das hidrovias: estradas para o futuro do Brasil (2008), ambos publicados pela Capax Dei Editora.
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del.icio.us
Digg
Já tive a oportunidade de assistir o autor falando sobre o tema e confesso aguardar ansiosa pelo lançamento para poder conhecer melhor sobre " A Fraude.." Penso que o livro irá desconstruir várias certezas que muitos fizeram-nos por anos acreditar. Felicito o autor pela coragem !
Não podemos no entando ficar paranóicos com essas teorias catastróficas sobre o Aquecimento Global que não têm base científica comprovada, exagerando a magnitude desses efeitos e causando pânico na população, criando nos mais jovens uma rejeição a tudo que se pareça com desenvolvimento tecnológico.
Abraço do amigo geólogo Lynce Naveira
No entanto, o que está por trás dessas teses esdrúxulas como a desse autor é um conglomerado de indústrias que vem poluindo sistematicamente o planeta e causando males inestimáveis a nós, seus habitantes. Esse cidadão e os que sustentam esse tipo de negativa devem ser financiados por esses monstros de nossa economia mundial. Zero pra ele.
http://www.midiaamais.com.br/resenhas/1976-a-fraude-do-aquecimento-global-como-um-fenomeno-natural-foi-convertido-numa-falsa-emergencia-mundial
Não sabem quem são ?! Prezado Miguel, Al Gore, o que é ? e o Greenpeace ? e a própria Hadley (entidade que deixou vazar e-mails e documentos comprometedores), e a BBC ? e o NYT ? e a nossa própria Rede "Bobo" ? Vc acha que os "monstros de nossa economia mundial" não estão todos por trás do "aquecimento global antropogênico" ? Os Rockfeller, os J.P.Morgan, os Rothschild, a Royal-Dutch Shell, e mais um monte de empresas e bancos que tiraram o que puderam do nosso planeta e agora posam de "salvadores do mundo", querendo implementar uma "economia de baixo carbono" que na verdade é o maior esquema de especulação com ar-quente alheio já montado. Talvez esteja oculta para vc. Para quem acompanha o tema, sem misturar a necessária preservação ambiental ou a poluição do meio-ambiente com a farsa do AGW, está muito clara. Zero para vc.
Joe
ps.: consulte a lista de doadores do Greenpeace...
Ainda não li esse livro mas espero que não seja uma tentativa de fazer dinheiro polemizando um tema tão difícil para nós e as demais espécies do planeta.
Pergunto: como ficaria a dinâmica das grandes florestas com a sua fragmentação e aquecimento do macro-clima? Os biomas sobreviverão ao aquecimento?
agardo resposta
Prezado Gustavo:
Sua avaliação do que você mesmo admite ser um fenômeno natural é visivelmente emocional e baseada nos lugares comuns com os quais somos cotidianamente bombardeados pela mídia. Quanto ao livro, esteja certo de que escrever sobre o tema não é a maneira mais inteligente de se tentar ganhar dinheiro. Mas, se você se der ao trabalho de lê-lo, conhecerá os resultados de literalmente milhares de estudos científicos que mostram, entre muitas outras coisas, que temperaturas moderadamente mais altas que as atuais são benéficas para a grande maioria das espécies, o mesmo ocorrendo com as concentrações de CO2. O problema é que tais pesquisas raramente encontram espaço na mídia e em documentários alarmistas como os que ajudam a desinformar o grande público sobre o assunto, restando o recurso a livros como esse, para se tentar reconduzir a questão ao terreno do bom senso. GL
1) Início.
O aquecimento global iniciou-se há cerca de 100.000 anos, na chamada era do gelo. Não foi por outro motivo que a era do gelo terminou.
2) Gases do Efeito Estufa
O principal gás do efeito estufa é a água. O vapor d'água provoca um efeito estufa na atmosfera muito mais pronunciado do que o gás carbônico.
3) Outras Fontes de Carbono.
Em 1991 o vulcão Pinatubo entrou em erupção nas Filipinas. Foi considerada a erupção vulcânica mais violenta da história da humanidade. Aquele vulcão durante os cerca de 30 dias em que ela durou jogou na atmosfera terrestre mais carbono do que todo o petróleo que a humanidade já queimou. O ano de 1992, após receber todo esse carbono extra em sua atmosfera, a temperatura do planeta foi mais baixa do que no ano anterior.
Porque a mídia esconde esses fatos?
O INPE contra os céticos do aquecimento
Por Gilberto Camara
Estimado Nassif
Como seu admirador, sempre acompanho seu trabalho. Em especial, gostei muito de suas reportagens sobre a descida aos infernos da VEJA.
No entanto, peço-lhe que retire meu nome da lista de céticos sobre o aquecimento global, publicada em seu blog de 18 de novembro (clique aqui). Estou totalmente convencido quanto às causas e temo muito as consequencias das mudanças climáticas. Em respeito à seu histórico, lhe pouparei da catilinária usual que faço para os céticos. Apenas sugiro que leia o relatório “Global Change and the Earth System”, publicado pelo IGBP (International Geosphere and Biosphere Program), disponível em <www.igbp.net documents=”" igbp_execsummary.pdf=”">.
Quanto à afirmação que fiz sobre as emissões de florestas tropicias citada no blog (”este número de 20% das emissões por desmatamento é chutado”) trata-se de uma afirmação **a favor** do aquecimento, e não contra.
As emissões de gases de efeito estufa para a atmosfera tem dois grande componentes: emissões por queima de combustíveis fósseis ou por desmatamento e queimadas. É possivel estimar, com grau aceitável de incerteza, as emissões de CO2 causadas pelo uso de combustíveis fósseis em energia, transporte e outras atividades. O Global Carbon Project estima que em 2008 emitimos 32 Gt CO2eq em combustíveis fósseis (veja <www.globalcarbonproject.org>.
No caso do desmatamento, as incertezas são muito maiores, devido à falta de sistemas operacionais de monitoramento de florestas. O Brasil é o único país no mundo que possui um sistema confiável, atualizado anualmente. Os dados disponíveis globalmente são da FAO, considerados superestimados por cientistas sérios (veja mais em http://news.mongabay.com/2008/0108-deforestation.html).
No entanto, alguns especialistas, ONGs e policy-makers resolveram utilizar dados da FAO para estimar a contribuição do desmatamento para as emissões de gases de efeito estufa. Foi daí que nasceu o percentual de 20% das emissões globais atribuídas ao desmatamento. No caso do Brasil, a situação é ainda pior, pois os dados atuais da FAO refletem o grande crescimento do desmatamento da Amazonia no período 2001-2004.
Se usarmos dados atualizados de desmatamento na Amazonia, depois da queda forte da taxa entre 2006 e 2009, verificamos que a Amazonia é responsável por apenas 1,5% das emissões globais. Veja mais em . Em termos globais, estimo que o desmatamento em florestas tropicais responda por cerca de 10% das emissões.
Fiz este preâmbulo para contextualizar minha afirmação. Afinal, se as florestas tropicais são responsáveis por 10% das emissões globais e não por 20%, os países que usam muito combustíveis fósseis (EUA e China) têm uma responsabilidade de reduzir suas emissões ainda maior. O numero de 20% foi usado em reuniões internacionais (como a do G8 em L´Aquila em 2009) para aumentar a responsabilidade do Brasil e da Indonésia sobre as mudanças globais e reduzir um pouco os deveres de EUA e paises desenvolvidos.
Assim, não foram afirmações de cético, mas de cientista que buscou apoiar o Itamaraty nas negociações internacionais com dados sólidos sobre a responsabilidade de cada país num futuro acordo sobre o clima.
Finalmente, cabe destacar que a FAO, ciente dos problemas com seus dados, assinou um acordo com o INPE durante a conferência de Copenhague para implantar a tecnologia de monitoramento na África. Os sistemas do INPE são considerados modelos adequados ao padrão MRV (”measurement, reporting, and verification”) que será necessário implantar em todos os países para que tenhamos um futuro acordo sobre como evitar uma catástrofe planetária. Veja mais em http://tr.im/JAyQ.
Abraços
Gilberto
–
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Dr.Gilberto Camara
Director General
National Institute for Space Research (INPE)
Sao Jose dos Campos, Brazil
Até onde sabemos, os céticos são tão - ou mais - cientistas quando os crentes do AGA. Possuem melhor curriculum e atuação mais isenta pois não estão apenas querendo fundos para pesquisas tendenciosas.
É decepcionante ver uma instituição como o INPE, sustentada pela nossa sociedade, se engajar nesta histeria alarmista. Sendo uma instituição pública seus acionistas são todos os cidadãos do Brasil, onde pode-se encontrar significativa parcela de pessoas bem informadas, política e cientificamente, que não acreditam na "catastrofe sempre eminente" prevista por modelos obscuros e comprovadamente erráticos. Não pode-se aceitar que uma instituição sustentada pela sociedade opte por atender interesses exógenos ao País, contra aqueles que à sustentam.
JFB
Até onde sabemos, os céticos são tão - ou mais - cientistas quando os crentes do AGA. Possuem melhor curriculum e atuação mais isenta pois não estão apenas querendo fundos para pesquisas tendenciosas.
É decepcionante ver uma instituição como o INPE, sustentada pela nossa sociedade, se engajar nesta histeria alarmista. Sendo uma instituição pública seus acionistas são todos os cidadãos do Brasil, onde pode-se encontrar significativa parcela de pessoas bem informadas, política e cientificamente, que não acreditam na "catastrofe sempre eminente" prevista por modelos obscuros e comprovadamente erráticos. Não pode-se aceitar que uma instituição sustentada pela sociedade opte por atender interesses exógenos ao País, contra aqueles que à sustentam.
JFB
O phoder mundial está com medo de perder a mamata... o quinto mundo acordar e deixar de pagar juros... ser dependente... ser mero fornecedor de matéria prima barata...
Estão com medo do quinto mundo imitar a China e criar um desenvolvimento fantástico...
O motivo... é a energia... é a crise energética batendo às nossas portas...
www.fendel.com.br
JFB
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