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Artigo: Aquecimento global: ciência, política e negócios

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por Geraldo Luís Lino*


21/set/04 (AER) - Uma vez mais, no jornal O Estado de São Paulo de hoje, o físico José Goldemberg se faz arauto do apocalipse climático-ambiental que, supostamente, ameaça o planeta por conta do uso de combustíveis fósseis. Felizmente, a realidade é bem diferente da apresentada pelos catastrofistas, a grande maioria dos quais ignora dados elementares sobre a evolução geofísica do nosso planeta. Vejamos alguns deles.

É fato que, desde 1870, a temperatura média da Terra aumentou cerca de 0,6º C. Porém, se o ponto de partida for o ano 1000 (muito antes da Revolução Industrial), ela terá diminuído 1º C desde então. Ironicamente, antes que a climatologia fosse "politizada", tais períodos mais quentes eram chamados "ótimos climáticos", devido ao correto entendimento de que tais elevações de temperatura moderadas são benéficas para a biosfera em geral.

Já o nível do mar subiu 18 centímetros neste século, segundo alguns estudos, mas, no Brasil, há 5.000 anos (quando a indústria mais avançada era a da cerâmica na bacia do Amazonas), a linha costeira se encontrava 4 metros acima da atual. Em geral, o nível do mar subiu 80 metros desde o auge da última glaciação, há 20.000 anos.

Quanto à concentração de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera, ela passou de 277 partes por milhão (ppm), em 1750, para os atuais 380 ppm. Porém, há medições de 348 ppm (a mesma de 1987) com a idade de 9.600 anos. E o registro geológico indica que, no período Ordoviciano, há 440 milhões de anos, havia 16 vezes mais CO2 atmosférico, mas a temperatura média nos trópicos era aproximadamente a mesma de hoje e, nas altas latitudes, uma intensa glaciação cobria o então continente de Gondwana.

Esses dados evidenciam a grande complexidade da dinâmica planetária, aí incluídos os fenômenos atmosféricos, cujos múltiplos fatores causais a ciência ainda está longe de dominar e, mais ainda, de poder representá-los em modelos matemáticos, exceto como exercícios acadêmicos. É evidente que as variações de temperatura e concentrações de CO2 que têm causado tanto alarde se encontram totalmente dentro da faixa de variação natural que tem ocorrido há milhões de anos. Por conseguinte, não são razões científicas que estão motivando as decisões políticas de grande impacto econômico, social e nas relações internacionais, referentes às pretendidas limitações do uso de combustíveis fósseis, objeto do famigerado Protocolo de Kyoto - ao qual um país com a sólida tradição científica da Rússia está relutando corretamente em aderir.

Quanto ao alegado ?consenso? científico sobre a ameaça, ela simplesmente não existe. Embora os cientistas que a defendem tenham uma exposição midiática muito maior que os chamados céticos, eles estão longe de ser maioria. Desde 1992, quatro importantes manifestos científicos foram divulgados, enfatizando a falta de evidências quanto ao apregoado papel das emissões antropogênicas de CO2 no aquecimento atmosférico. O mais recente, a Petição de Oregon, de 1998, foi assinado por quase 20.000 cientistas dos EUA, que afirmam categoricamente: ?Não há evidências científicas convincentes de que as emissões humanas de dióxido de carbono, metano ou quaisquer outros gases de efeito estufa estejam causando, ou irão causar no futuro previsível um aquecimento catastrófico da atmosfera da Terra e a desestabilização do clima da Terra. Ademais, existem substanciais evidências científicas de que aumentos do dióxido de carbono atmosférico produzem muitos efeitos benéficos sobre os ambientes naturais vegetais e animais da Terra.?

Nesse particular, o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) das Nações Unidas parece ter sido criado mais para conferir um simulacro de consenso a uma decisão já tomada, do que para elucidar verdadeiramente a natureza e a dimensão dos fenômenos envolvidos.

Os fenômenos geofísicos de alcance global têm que ser avaliados a longo prazo, em escala histórica e geológica, principalmente, quando se pretendem utilizá-los para direcionar o desenvolvimento da sociedade mundial. Portanto, sequer dever-se-ia pensar em alterar o padrão de consumo energético e as conseqüentes diretrizes de desenvolvimento do planeta com base nos dados de um período tão curto como os últimos 130 anos - a menos que os interesses envolvidos sejam políticos e econômicos, e não científicos.

O fato é que, por transcenderem fronteiras e soberanias, os fenômenos atmosféricos constituem pretextos perfeitos para o fomento de arreglos baseados no crescentemente popular conceito de ?governança global?, a idéia de que os problemas mundiais estão se tornando muito complexos para ser tratados por Estados nacionais. Assim, o ?buraco? na camada de ozônio motivou o Protocolo de Montreal e o banimento de toda uma família de versáteis produtos químicos - CFCs, halons etc. -, ainda que se trate de um fenômeno natural já observado na década de 1920, quando tais produtos sequer haviam sido inventados.

Além disso, é preciso considerar a ?profissionalização? da militância ambientalista, que muitos transformaram em bem remunerada atividade profissional em milhares de organizações não-governamentais (ONGs) em todo o mundo. Sem esquecer da outra ?indústria? que está surgindo à sombra do Protocolo de Kyoto, a dos chamados ?créditos de carbono?, com os quais medidas como o plantio de árvores e até mesmo o enterro de uma baleia, como aconteceu recentemente no Rio de Janeiro, são transformadas em títulos negociáveis. As estimativas sobre o mercado potencial para esses autênticos ?derivativos de fumaça? ascendem à casa dos bilhões de dólares.

Portanto, não é a ciência, mas a política e o big business, que estão determinando o rumo dessa questão crucial para o futuro da Civilização. Não obstante, se esta tendência for irreversível, como pretendem alguns, pelo menos, não precisamos ficar pensando que o apocalipse está a caminho.

* Geólogo e diretor do Movimento de Solidariedade Ibero-americana (MSIa).
[040921e]

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Comentários (19 postado):

Otavino Mota on 22 August, 2007 10:16
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Me de a formula do oxigênio, pois se não precisamos de arvores para produzi-lo, talvez você tenha ai em seu quintal, uma engenhoca capaz de produzir oxigênio.

Você é so mais que que está preocupado apenas com sua conta bancárias, que publica livros e matérias contraditórias apenas para ficar mais popular.

Não sou ativista, apenas vejo oque esta acontecendo ao meu redor.
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Kelly on 22 August, 2007 10:16
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è importante estar atento para as especulações de toda espécie e para a política do medo implantada e dissseminada em escala global. Agora, dizer que não é preciso uma mudança de postura com relação ao consumo é uma idiotice. Seu texto estpá cheio de lacunas e redundante.
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Luiz C. Weinschütz on 22 August, 2007 10:16
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Segundo este texto, como "não existe" nada que comprove a influência da atividade humana nas mudanças atmosféricas, e tudo é somente resultados de oscilações de arranjos naturais. Por que se preocupar então, não vamos dar a mínima para alarmistas ecochatos, que tem a "pretenção" de acabar com a economia de paises que dependem da queima de combustivel fóseis para se manter no topo da cadeia econômica, vamos derrubar todas as árvores, transforma-las em energia, queimar todo o petróleo e carvão do planeta, pois nada vai acontecer com o clima da Terra, e se algo acontecer.... bem, que fique o problema para nossos filhos.
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Luiz Henrique on 03 September, 2007 11:06
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O pouco que eu tenho lido sobre o assunto, "Efeito estufa antropogênico", me conduzem a concordar com esse artigo. Não sou climatologista, mas os argumentos contrários a essa tese me parecem bem mais consistentes do que os favoráveis, principalmente quando se considera o cenário catastrofista do IPCC(rejeitado até por James Hansen, um dos país da tese). Só que discordo da abordagem empregada no texto, um pouco apaixonada demais.
Acredito que um enfoque enfatizando dados científicos bem mais interessante. Por exemplo, como aqueles que comparam a insignificância dos forçamentos radiotivos calculados para o CO2 antropogênico, diante das incertezas relativas a constante solar(não tão constante, e calculada com uma margem de erro de +-4w/m2, contra os 1,4w/m2 do CO2 antropogênico).
Apesar do destaque midiático dado aos "aquecimentistas", acredito que a grande maioria das pessoas que gostam e procuram entender a ciência estão abertas ao debate de idéias, ao contraditório. Informando essas pessoas, a simplicidade da abordagem CO2-temperaturas, não deve se sustentar por muito tempo.
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emerson da silva on 19 November, 2007 18:59
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Quanta ignorância! Comparar os níveis de carbono em épocas em que o calor do sol era completamente diferente! Tanta ignorância assim vai nos levar à catástrofe com certeza! Vai estudar, o meu!
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Julia on 09 January, 2008 0:02
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Emerson da Silva: Se o calor do sol era totalmente diferente em outras épocas, vc assume que o sol atualmente está mais quente. Seria talvez por isto que a Terra aqueceu 0,6ºC nos ultimos 30 anos?
Otaviano: Arvore libera oxigênio, mas para isto precisa de CO2, sol e calor. Arvore consome oxigênio e libera CO2 a noite. Nao encontrei no artigo nada a favor da derrubada de arvores, onde vc leu isso?
Luiz: Tem que ser mesmo 8 ou 80? Bom, se é assim: comece aposentando seu carro, andar de onibus vai poluir tbm e de bicicleta, hmmm... vc vai gastar mto oxigenio e liberar mto CO2, vá a pé. Pensando bem, nao vá... fique em casa pois assim polui menos. Aposente todos os seus pertences eletronicos, consumo de energia produz CO2. Nao coma comida industrializada, sua producao polui o meio ambiente pois consome energia. Nao cozinhe suas refeicoes, tbm gasta energia, coma tudo cru. Nao coma legumes e vegetais, pois sao plantas que poderiam estar purificando o nosso ar e diminuindo a concentracao de CO2. Hmmm... nao coma, pois a digestao libera gazes do efeito estufa. Nao respire, vc consome oxigenio e libera CO2. Nao morra, a deterioracao de matéria organica gera CO2. Congele-se!!!
Aos outros: Na minha opiniao, a polemica do aquecimento global foi criada com objetivos economicos e politicos. E sou totalmente contra a histeria global que se criou encima do assunto. O clima vai mudar, assim como já sempre vem mudando e nao acredito que o ser humano tenha uma participacao significativa nesta mudanca. Me preocuparia mais se o mundo estivesse ficando mais frio, pois isto sim afetaria a fauna e a flora. Por fim, nao é pelo fato de alguem nao acreditar nesta polemica de aquecimento global causado pelo homem, que esta pessoa é a favor da degradacao e poluicao do meio ambiente.
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Edilson on 22 July, 2008 14:52
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É um fenômeno climático que estabelece o aumento da temperatura média da superfície terrestre. Só nesse início de século a temperatura do planeta subiu quase 2ºC, mais alta do que na década de 60. As medidas a serem tomadas para conter o avanço do aquecimento global têm sido discutidas constantemente. Alguns cientistas apontam como causa do aumento do aquecimento global o elevado nível de concentração de poluentes antropogênicos na atmosfera.

O aquecimento global vem sendo evidenciado através das altas temperaturas e a mudança brusca de temperatura em todo o mundo. Alguns estudos revelam que o aquecimento global é um elemento que agrava a força dos furacões, do derretimento das calotas polares, grandes enchentes, entre outros.
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Dinho Linuz on 24 September, 2008 12:11
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Este assunto é muito complicado, porém, para quem pará para estudar um pouco sobre o assunto consegue perceber a logica de tudo, acredito que as causas do efeito estufa sejam naturais, mas também acredito que as industrias ajudam um pouco.

Hoje em dia a moda é DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL, o que de certa forma acredito que seja a "salvação" do planeta, Um bom exemplo foi o que eu vi na MTV USA outro dia, em um de seus programas onde ele reformam carros de telespectadores que se escrevem no quadro, ele montaram um motor para um carro e encheram o tanque de BIO-DIESEL, algo menos poluente, outro exemplo muito legal são os Monitores LCD, que gastam menos energia.

Para finalizar, o que acontece, países capitalistas estão desenvolvendo novas tecnologias que não consomem tantos recursos naturais, não acredito que nós estamos a beira de uma catástrofe e sim passando por um "curso" de como cuidar mais do planeta.

Amo meu monitor LCD, e quero meu total flex
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Jordan Henrique on 25 September, 2008 13:40
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Eu to com medo do mundo acabar e a humanidade te que usar roupas descartavis e oculos ultra fortes p proteger os ohos dos rais do sol!
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Luiz on 20 October, 2008 11:17
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Para Julia...

Quando postei meu comentário, de forma irônica, não estava querendo ser do tipo "8 ou 80", muito pelo contrário, como pesquisador das grandas mudanças que ocorreram na história da Terra, principalmento do Permo-carbonífero, posso comentar com algum conhecimento de causa, que mudanças climáticas ocorreram e vão continuar ocorrendo com ou sem a presença do homem, mas não na velocidade que estamos vendo, se você acha que é tudo alarmismo sem fundamentação, pense na quantidades de pessoas usando os recursos naturais, pense na taxa de crescimento populacional, no crescimento das cidades, áreas agricultáveis, e tente perceber com os ecosistemas, a biodiversidade, poderão se adaptar a estas mudanças, imagine as florestas tentando "migrar" para climas mais favoráveis, passando sobre cidades, represas, latifundios, ora bolas,,, com certeza inúmeras florestas vão sucumbir,,, acredite, tenho carro, uso celular, etc, mas não fecho os olhos para sua, minha, nossa culpa no estrago que estamos fazendo no planeta,, e para evitar uma grande crise futura, só nos restar frear o crescimento da população humana....
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Emilio on 26 February, 2009 23:07
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Júlia, você foi perfeita e embora tenha pegado um pouco pesado com o Luiz, concordo com vc, é moda ficar posando de preocupado com a natureza enquanto toma uma cerveja gelada no quiosque da praia, usando camiseta de algodão tingida com tintas normais, usando bermuda de tactel, óculos de policarbonato com design italiano, celular Nokia com bateria de Níquel Metal Hidrito, assistindo ao jogo na tv de LCD e quando o sol for embora, pegar o carro flex e ir pra casa... Nada disso é condenável, é apenas a vida...e lutamos tanto nas gerações anteriores para chegar onde chegamos, superar as doenças e a desnutrição, conseguir nos comunicar pelo celular com qualquer um em qualquer momento, ter informação instantânea na internet e na tv, poder fazer sexo por prazer sem precisar engravidar ninguém nem pegar ou passar doenças, poder criticar o governo, a igreja, ter acesso à faculdade, poder ficar rico se quiser, estudar se quiser, orar se quiser, amar se quiser... Se tudo o que conquistamos na luta pela civilização está errado, então que os ecologistas radicais dêem o exemplo máximo de amor à natureza, se enterrem vivos numa plantação de soja orgânica e se convertam em adubo, devolvendo para Gaia os elementos que dela roubou para ter um corpo e assim, reduzam a poluição global, pois viver polui, só os mortos não poluem.
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Daniel Oliveira on 05 April, 2009 23:59
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Julia, deve ter havido uma trasmição de pensamento, pois sua opinião é o identica a minha. E confesso que tive um pouco de medo em expressa-la em uma prova no curso que faço de Gestão Ambiental, mas me sinto mais confortável agora que encontrei gente com o mesmo pensamento. Legal!
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bianca on 08 April, 2009 19:43
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eu não entendi nada
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Luiz Adriano on 23 April, 2009 22:17
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Julia seu texto ficou 10 !
É verdade que o texto do site,por vezes emite opiniões, que estão mais próximas de um desabafo do que divulgação científica.
Mas isto sem dúvida, é motivado pela forma extremamente irresponsável que a mídia tem tratado este assunto.
Quem já leu sobre o principal fundamento do marketing nazista ?
"Uma mentira dita mil vezes, torna-se uma verdade"
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João on 13 June, 2009 0:35
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Ao ler as opiniões postadas, entendo que existe radicalidade dos dois lados. Os defensores do meio ambiente são alarmistas e os que acreditam que tudo é normal tambem defendem posições bem particulares. Na verdade, existem cientistas dos dois lados. Na minha opinião, existem alguns problemas causados pela poluição que não podem ser ignorados. A chuva ácida, por exemplo, já ocorreu várias vezes pelo mundo. A poluição por indústrias provoca problemas na saúde, principalmente pulmonares. Isso já foi provado. Lembram de Cutabão, nos anos 80. As doenças cardíacas e pulmonares da cidade eram muito maiores que a média do Brasil. A poluição com chumbo devido à queima de combustível fóssil, principalmente óleo diesel, causa doenças, pois o chumbo é um metal pesado e em grande quantidade é letal. Concordo que não existe nada que leve a crer que a emissão de dióxido de carbono vai aumentar a temperatura do planeta, derreter geleiras, etc., mas tambem não concordo que está tudo bem, o atual nível de consumo do planeta é insustentável. Se o lixo não for reciclado, por exemplo haverá (já esta havendo) contaminação do solo, lençois dágua. O lixo é um dos grandes problemas, principalmente no Brasil, onde a reciclagem ainda é pequena. A cada ano mais lixo é emitido, e o aumento é maior que o aumento da população, pois hoje além do lixo comum temos geladeiras, sofás, computadores, que quando ficam velhos tambem vão para o lixo, além de pilhas, baterias, celulares, que possuem componentes poluentes, como o lítio. Acredito que não podemos criar alarde, mas temos que criar uma consciência ambiental, procurando formas de preservar o planeta sem obstruir o progresso.
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walter eleuterio ferreira on 13 August, 2009 22:05
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Na minha chácara aqui em jundiaí desde 2003 está havendo um declínio de temperatura, e em 2007 comprei um aquecedor para os papagaios e os gatos.O verão desapareceu e os invernos estão mais frios. Os últimos anos ( 2007, 2008 e 2009) foram os mais frios desde 1890 no hemisfério sul. Vejam a realidade e não os depoimentos dos políticos.
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iasmim on 11 September, 2009 19:42
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eu achei muito interesante os artigos que o Geraldo luiz lino fez
tchau
?
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Christiane on 07 December, 2009 15:01
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1- Que a temperatura da Terra muda independente do Homem, é fato.
2- Que as mesmas empresas que mais poluem e exploram são as mesmas que ganham nas bolsas de carbono, é fato.
3- Que as empresas que são as maiores poluidoras e responsáveis por emissões atmosféricas também são as mais adeptas das chamadas práticas "sustentáveis" como banir copinhos de plástico para os funcionários beberem agua, também é fato.

Não se trata de defender a poluição, mas de retirar a mascara de hipocrisia deste debate. Para que o verdadeiro debate possa ser feito, com fatos e dados e cálculo dos riscos das opções que serão tomadas. Agora, pergunto: É possível tomar estas decisões soberanamente num sistema economico baseado na especulação?
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Davi on 21 February, 2010 14:28
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olha eu tenho apenas 15 anos,mais já sou o esperto bastante para ver,que se a humanidade não mudar de postura,(se conscientizar) o nosso planeta daqui pra frente só vai ter catástrofes,e cada vez piores.Então paremos com tanta ignorãncia e nos conscientizemos ! Por Favor,é o futuro de todos nós.
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