Home | Ciência & Tecnologia | A fraude do aquecimento global

A fraude do aquecimento global

Tamanho da fonte: Decrease font Enlarge font
image


Editorial

O futuro da Civilização está em jogo. A Humanidade enfrenta a terrível ameaça do aquecimento global, que a obrigará a uma drástica mudança de hábitos e padrões de desenvolvimento. Não, caro leitor, não nos referimos às variações climáticas que têm caracterizado a história geológica do planeta há centenas de milhões de anos, mas à gigantesca articulação internacional criada para atribuir às atividades humanas o ligeiro (e natural) aquecimento atmosférico registrado nos últimos 150 anos e, principalmente, às conseqüências dessa tramóia global - estas sim, potencialmente catastróficas. Nesta edição especial de Solidariedade Ibero-americana, pretendemos demonstrar que a suposta ameaça da subida dos termômetros nada tem a ver com o desenvolvimento humano, mas com uma combinação de interesses políticos e econômicos internacionalistas, cientistas cooptados, ONGs engajadas, uma mídia inclinada ao sensacionalismo e, não menos, as deficiências educacionais (principalmente nos países subdesenvolvidos) responsáveis pelo escasso conhecimento básico de ciências da população.

Sejamos diretos. O que temos diante de nós não é um fato cientificamente estabelecido, como trombeteia o "Resumo para formuladores de políticas" do quarto relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) das Nações Unidas. Trata-se de uma das maiores operações de manipulação de opinião pública da história, a serviço de uma maldisfarçada agenda de "governo mundial", a qual, se bem-sucedida, implicará em um virtual congelamento do desenvolvimento socioeconômico em todo o planeta. Isto, porque, salvo por algum grande avanço tecnológico antecipado, como o domínio da fusão nuclear, não se vislumbram pelo menos para antes de meados do século substitutos viáveis em grande escala para o carvão, petróleo e gás natural, que respondem por quase 80% da produção mundial de energia, cujos usos se pretendem restringir em nome da "salvação" do planeta (enquanto se fazem grandes negócios com os chamados créditos de carbono).

Ou seja, as velhas inclinações das oligarquias internacionais - o malthusianismo, o colonialismo e a especulação financeira, todos embrulhados sob o rótulo do ambientalismo.

Como temos reiterado, o ambientalismo é uma ideologia obscurantista, anticivilizatória e, ironicamente, antinatural, pois nega a vocação inata do Homo sapiens para o progresso e a hierarquia ontológica que o coloca na vanguarda do processo de evolução universal ? a evolução tornada consciente, na inspiradora formulação do cientista francês Jean-Michel Dutuit.

A fraude do aquecimento global antropogênico, o maior esforço já feito pelos mentores do ambientalismo, não tem paralelo na história da ciência, nem mesmo no tenebroso Caso Lysenko, que atrasou em meio século o avanço das ciências biológicas na Rússia Soviética, inclusive com a eliminação física de grandes cientistas russos. Hoje, porém, os efeitos potenciais de tal tentativa de substituir à força a busca da verdade pela ideologia e por uma política de fatos consumados poderão, não apenas atrasar alguns países, mas interromper o progresso de toda a Humanidade. Portanto, urge que essa agenda anti-humana seja devidamente desmascarada e neutralizada.

 


Fabricando uma "emergência global"
Geraldo Luís Lino, Lorenzo Carrasco, Silvia Palacios e Nilder Costa

Embora esteja em andamento há décadas, a presente histeria climática vem em uma escalada acelerada a partir de meados de 2006, quando foi lançado em circuito mundial o documentário sensacionalista Uma verdade inconveniente, protagonizado pelo ex-vice-presidente estadunidense Al Gore (convenientemente agraciado com um Oscar da Academia de Hollywood). Em rápida sucessão, seguiram-se outros eventos destinados a reforçar na opinião pública de todo o mundo a impressão de que estaríamos diante de uma verdadeira emergência global, e não da tramóia que pode ser desvendada seguindo-se as pistas de certos personagens-chave, entre outros, o próprio Gore e o magnata canadense Maurice Strong, seu velho mentor de campanhas ambientalistas. Um dos principais articuladores do ambientalismo internacional, Strong é também a personificação da campanha "aquecimentista", que agora chega ao auge.

Em setembro, com grande publicidade, a Real Sociedade britânica (a mais antiga associação científica do mundo) enviou à companhia petrolífera Exxon/Mobil uma inacreditável carta, instando-a a interromper os financiamentos a pesquisas científicas contrárias ao suposto consenso em torno do aquecimento global antropogênico. Evidentemente, a carta ignorava os bilhões de dólares concedidos por governos e fundações do Establishment oligárquico às pesquisas contrárias, orientadas para demonstrar a suposta responsabilidade humana nas mudanças climáticas, ou às centenas de organizações não-governamentais (ONGs) engajadas na campanha alarmista.

Em meados de outubro, o Fundo Mundial para a Natureza (WWF) apresentou o Living Planet Report (Relatório sobre o planeta vivo), documento no qual a ONG favorita da família real britânica volta a bater na surrada tecla dos "limites ao crescimento", afirmando que, aos níveis atuais de consumo de recursos naturais, por volta de 2050, seriam necessárias três Terras para satisfazer às necessidades da Humanidade. A mensagem nem tão subliminar por trás de tal conclusão é a de que inexistiriam meios de estender a todos os habitantes do planeta os níveis de vida desfrutados pelos habitantes dos países industrializados mais avançados.

No final do mês, novamente com o apoio da Real Sociedade e um esquema de propaganda mundial, foi divulgado o estudo "A economia das mudanças climáticas", encomendado pelo Governo Tony Blair ao ex-economista do Banco Mundial sir Nicholas Stern. A conclusão principal era a de que o custo econômico das emissões de gases de efeito estufa poderá chegar a 20% do PIB mundial, até meados do século. Entre as recomendações para solucionar o suposto problema, o relatório destaca o estabelecimento de limites nacionais para as emissões de gases de carbono (Stern fala em 30% até 2050) e a consolidação dos já existentes mercados de créditos de carbono.

A proposta é consolidar o chamado dispositivo cap-and-trade (limitar-e-comerciar), com o qual as cotas de emissões são convertidas em títulos negociáveis. Stern estima o montante dos títulos hoje existentes em 28 bilhões de dólares, o qual poderá chegar a 40 bilhões de dólares até 2010. Porém, o potencial desse mercado de "derivativos de fumaça" será muito maior se os limites de emissões forem tornados obrigatórios para todos os países.

Oportunamente, Blair recrutou Al Gore para assessorá-lo no esforço de difundir o cenário de pesadelo imaginado por sir Nicholas, enquanto o seu ministro do Meio Ambiente, David Milliband, anunciava a intenção de distribuir cópias de Uma verdade inconveniente em toda a rede escolar secundária do Reino Unido (a despeito de os argumentos fraudulentos apresentados no filme terem sido amplamente contestados por numerosos cientistas).

Com a mídia mais preocupada com as sombrias extrapolações do relatório, passou quase despercebido o fato de que, desde 2004, Gore é um dos sócios fundadores do fundo de investimentos Generation Investment Management, sediado em Londres e criado para promover investimentos de longo prazo "sustentáveis", segundo os cânones ambientalistas. Em uma entrevista ao jornal The Observer de 14 de novembro de 2004, Gore deu uma pista do tipo de negócios pretendidos: "A mudança climática é um problema que não será resolvido pelos políticos... Os políticos têm um papel importante a cumprir, mas a realidade vai provocar os seus efeitos no mercado, independentemente da opinião pública e da ação dos governos."

Para Gore, a "intensidade de carbono" das atividades econômicas deverá ser um fator cada vez mais relevante para a sua lucratividade, citando como exemplo a indústria automobilística. Evidentemente, os créditos de carbono se encaixam perfeitamente no portfólio contemplado por ele e seus sócios. (Alguém mencionou conflito de interesses?)

Talvez, também não seja coincidência que Maurice Strong esteja associado ao megaespeculador George Soros em uma empreitada para introduzir no mercado dos EUA os minicarros chineses Chery ? muito menos "intensivos em carbono" do que qualquer automóvel estadunidense ou europeu.

Embora o Governo Bush não tenha ratificado o Protocolo de Kyoto, em janeiro, uma coalizão de grandes empresas e ONGs ambientalistas dos EUA (entre elas, o Natural Resources Defense Council e o World Resources Institute) fundou a Parceria de Ação Climática (USCAP), para promover "uma abordagem de mercado para a proteção climática, obrigatória e para toda a economia", inclusive junto ao Congresso e à Casa Branca.

A mensagem parece ser: Aí vem o apocalipse, mas vamos faturar com ele!

Ao mesmo tempo, a Comissão Européia propôs uma redução de 20% nas emissões de carbono sobre os níveis de 1990, até 2020 (acima dos 12% previstos no Protocolo de Kyoto, que vários países da União Européia já estão com dificuldades para cumprir, com sérias implicações para vários setores industriais do continente).

Ainda em janeiro, os editores do Bulletin of the Atomic Scientists, revista que desde há muito vem funcionando como veículo de propaganda dos promotores das teses de "governo mundial", afirmaram que o aquecimento global representaria para o mundo uma ameaça tão ou mais grave que a possibilidade de um conflito nuclear (simbolicamente representada no "Relógio do Apocalipse" estampado na capa da revista, cuja proximidade da meia-noite indica o risco de um conflito nuclear em algum lugar do planeta).

Da mesma forma, ao lado da crise real de liderança dos EUA pós-Iraque, a suposta crise climática foi um dos principais destaques da reunião anual do Fórum Econômico Mundial, em Davos, ocorrida simultaneamente com o conclave do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), em Paris. O parágrafo inicial do boletim de imprensa final do evento ressalta a importância atribuída ao tema:

"A Reunião Anual do Fórum Econômico Mundial, em Davos, fechou no domingo (29/01) com as mudanças climáticas firmemente (colocadas) no palco central do debate. Em 17 sessões relacionadas ao aquecimento global, o Fórum reuniu os principais acadêmicos, líderes empresariais, representantes de ONGs, chefes de agências da ONU e políticos do mundo, além de muitos outros, para avançar as discussões e explorar oportunidades práticas para o progresso por meio de parcerias. O encontro ilustrou claramente o compromisso cada vez mais profundo do empresariado em engajar outros grupos para o encaminhamento desse tema."

 

Como seria previsível, os esquemas cap-and-trade foram as vedetes das discussões, sendo defendidos, entre outros, pelo inevitável sir Nicholas Stern e o físico brasileiro José Goldemberg, um veterano ativista do ambientalismo internacional.

Também presente, o ministro Milliband afirmou que "mercados de carbono amplos, longos e profundos são absolutamente essenciais. Não existe preço para a poluição que produzimos nos últimos 150 anos... E, olhando para a frente, nós precisamos projetar o mercado além de 2012, para manter a confiança empresarial engajada com um nível de certeza". Vale recordar que Milliband é o mesmo que propôs recentemente a "privatização da Amazônia", para preservar a floresta como um depósito de carbono mundial.

A escalada chegou ao auge em 2 de fevereiro, com a divulgação do "Resumo para formuladores de políticas" (Summary for Policymakers) do IPCC, o qual afirma que "a maior parte do aumento observado nas temperaturas médias globais desde meados do século XX é muito provavelmente devida ao aumento observado nas concentrações antropogênicas de gases de efeito estufa" (grifos no original). O documento define "muito provavelmente" como um grau de certeza superior a 90% - compreensivelmente, recebido de forma generalizada como uma chancela da comunidade científica ao fenômeno.

O impacto provocado pelo relatório pode ser avaliado pela chamada de primeira página da Folha de S. Paulo de 3 de fevereiro: "Cientistas prevêem futuro sombrio para a Terra. A temperatura da Terra subirá até o fim do século, diz o mais importante relatório sobre o aquecimento global, produzido por 600 cientistas de 40 países. A geleira sobre a Groenlândia pode sumir em milênios, os furacões ficarão mais fortes e o nível do mar subirá pelos próximos mil anos - de 18 cm a 59 cm até 2100. O relatório responsabiliza a ação humana pelo aquecimento global."

Ato contínuo, os porta-vozes do aparato ambientalista internacional se apressaram em endossar as conclusões do documento. O ubíquo ministro Milliband foi rápido no gatilho: "Ele é outro prego no caixão dos negadores das mudanças climáticas e representa o quadro mais representativo até agora, mostrando que o debate sobre a ciência das mudanças climáticas está bem e verdadeiramente encerrado."

"O relatório do IPCC incorpora um extraordinário consenso científico de que as mudanças climáticas já estão sobre nós e que as atividades humanas são as responsáveis", disparou o diretor-geral do WWF Internacional, James Leape.

O diretor-executivo do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), Achim Steiner, completou dizendo que o relatório "nos dá um alerta vigoroso de que o impacto potencial será mais dramático, rápido e mais drástico em termos de conseqüências do que se pensava antes. Os impactos irão mudar de maneira fundamental os modos de vida de algumas pessoas".

Dias depois, em uma reunião em Washington, a Organização de Legisladores Globais para um Meio Ambiente Equilibrado (Globe International) divulgou um manifesto, apoiando as conclusões alarmistas do IPCC e, claro, o mecanismo cap-and-trade. Originalmente fundado em 1989, por parlamentares dos EUA e do Reino Unido, o grupo reúne atualmente representantes dos países do G-8 e de cinco países-líderes do bloco subdesenvolvido ? China, Índia, África do Sul, México e Brasil (os signatários brasileiros do manifesto foram os senadores Renato Casagrande e Serys Shlessarenko e os deputados Antônio Palocci Filho e Augusto Carvalho). Entre os seus patrocinadores, destacam-se a União Européia e empresas como a BP, Anglo American, Bayer, American Electric Power, Ernst & Young e outras.

Se tais planos forem bem-sucedidos, ao contrário do que afirma o ecotecnocrata Steiner, não serão os modos de vida de algumas pessoas que mudarão, mas os de todo o planeta ? e para muito pior, exceto para os próceres do big business adredemente posicionados para aproveitar os novos tempos.

 


Uma manipulação planetária

    Felizmente para a Humanidade, a trombeteada crise climática provocada pelo homem simplesmente não existe. Na verdade, trata-se da culminância de um vasto processo de "engenharia social" (ou, em português claro, manipulação) de caráter neocolonial e de longo prazo, deflagrado há quatro décadas por grupos oligárquicos hegemônicos do Hemisfério Norte, com o objetivo geral de reorientar o desenvolvimento socioeconômico mundial de acordo com os seus propósitos exclusivistas ? enquanto, claro, fazem grandes negócios.

Recorde-se que, em meados da década de 1960, a Humanidade como um todo experimentava o mais alto ritmo de progresso de sua história, com destaque para os países do chamado Terceiro Mundo, muitos dos quais implementavam ou contemplavam ambiciosos programas de industrialização. Contra esse impulso positivo e otimista, que contrariava a sua visão negativa sobre o mundo e as perspectivas humanas, o Establishment oligárquico anglo-americano desfechou uma ofensiva em várias frentes, visando, basicamente:

1) transferir o controle dos processos de desenvolvimento, dos Estados nacionais para entidades supranacionais e não-governamentais, consolidando estruturas de "governo mundial" (ou "governança global", como preferem alguns);

2) erradicar o "vírus do progresso" entre os estratos educados das sociedades de todo o mundo, com a difusão do irracionalismo e da descrença nas conquistas científico-tecnológicas como motores do desenvolvimento;

3) reduzir o crescimento da população mundial; e

4) controlar uma grande proporção dos recursos naturais do planeta.

O movimento ambientalista internacional, cuja criação por tais grupos hegemônicos remonta àquele período, tem sido um dos principais instrumentos dessa demonização do progresso científico, tecnológico e industrial e seus desdobramentos. Por trás da fachada da proteção de uma natureza desumanizada e transformada em entidade de direito próprio, encontra-se a idéia-força - moralmente inaceitável e cientificamente insustentável ? de que o planeta não suportaria a extensão dos benefícios da modernização industrial a todos os povos e países.

Além disso, o alarmismo "aquecimentista" está sendo exacerbado em um momento de definições cruciais para o Establishment oligárquico, no qual a sua agenda hegemônica se encontra em xeque por conta da erosão acelerada da ordem mundial pós-Guerra Fria, devido a:

1) os limites da supremacia militar e financeira dos EUA;

2) a crescente instabilidade do sistema financeiro "globalizado", que necessita de novas fontes de liquidez e instrumentos especulativos; e

3) a ressurgência de vários Estados nacionais importantes, como a Federação Russa de Vladimir Putin, no controle dos recursos naturais de seus territórios, especialmente os energéticos (90% das reservas mundiais de petróleo e gás natural já se encontram sob controle estatal, contra apenas 10% das multinacionais do setor).

Com a implosão do bloco socialista, em 1989-91, e a desmoralização da agenda política do "choque de civilizações" como um substituto plausível para o conflito ideológico da Guerra Fria, a decretação de uma suposta emergência climática planetária oferece a tais círculos uma grande oportunidade para a manutenção e aprofundamento da agenda de "governança global".

As propostas em discussão contemplam o estabelecimento de draconianos limites para as emissões de carbono a partir de 2012, quando expira o vigente Protocolo de Kyoto, os quais seriam extensivos aos países subdesenvolvidos, atualmente isentos deles. Como quase 80% do consumo mundial de energia dependem dos combustíveis fósseis, é fácil perceber que os esforços de desenvolvimento da grande maioria dos países ficariam umbilicalmente ligados aos florescentes ? e altamente especulativos - mercados de créditos de carbono. Ou seja, em lugar do antigo "padrão-ouro", teríamos agora um "padrão-carbono" a limitar o progresso dos povos.

A União Européia tem um grande interesse na oficialização dos limites de emissões, pois, juntamente com o Japão e o Canadá (cuja permanência é incerta), é o único grande centro econômico obrigado a cumprir as metas restritivas do Protocolo de Kyoto - não ratificado pelos EUA -, o que está provocando um pesado óbice às suas indústrias, um tanto debilitadas pela "globalização" financeira e a competição desigual com a mão-de-obra ultrabarata das indústrias asiáticas.

Ademais, a despeito de todo o alarido sobre energias alternativas, não há substitutos em grande escala para os combustíveis fósseis, nas próximas décadas. Sem falar no fato de que, no caso da geração de eletricidade, as fontes hidrelétricas e nucleares (que, juntamente com as termelétricas alimentadas a combustíveis fósseis, respondem por 99% da geração mundial) também se encontram sob o fogo cerrado do aparato ambientalista.

A grande ameaça que paira sobre o planeta não é climática ou qualquer outra catástrofe imaginada pelos delírios ambientalistas, mas o aprofundamento das injustiças e desigualdades mundiais, que tem se acelerado com a "globalização" financeira das últimas décadas. A reversão desse processo e a retomada do desenvolvimento e do otimismo cultural em escala global irá requerer, entre outros itens, uma considerável ampliação da oferta e dos usos da energia em todo o planeta (para 90% dos 700 milhões de africanos, energia ainda é sinônimo de lenha, o combustível mais primitivo utilizado pelo homem). Portanto, qualquer proposta de redução do uso de combustíveis fósseis, enquanto tecnologias mais eficientes não estiverem plenamente disponíveis, assume o caráter de um crime de lesa-humanidade. As sugestões mais extremadas, de reduções de até 60% das emissões até meados do século, feitas por ambientalistas - e até mesmo alguns cientistas - mais delirantes, podem ser francamente rotuladas como pró-genocidas.

Por último, para implementar semelhante esquema, haveria a necessidade de estabelecimento de uma autoridade supranacional para fiscalizar o cumprimento das metas de emissões e, eventualmente, punir os infratores. Quem estaria a cargo de uma tal entidade? Como seriam nomeados e a quem responderiam os seus dirigentes? Poderia ela determinar sanções econômicas e até militares contra os países recalcitrantes? Como veremos adiante, tal agência já está sendo pensada.

 


Consenso forjado e ciência engajada

Para justificar os cenários catastrofistas necessários para "vilanizar" as atividades industriais e os modelos de desenvolvimento baseados na industrialização, os mentores do ambientalismo precisaram forjar um arremedo de consenso científico sobre a suposta emergência climática. Curiosamente, as primeiras propostas para a limitação das emissões de dióxido de carbono já surgiram na Conferência de Estocolmo, em 1972, em um momento em que as temperaturas globais vinham caindo desde 1940. Na época, parte do discurso alarmista se referia ao resfriamento global e à ameaça de uma nova era glacial.

Nas décadas seguintes, a reversão da curva de temperaturas, que voltaram a subir a partir de 1975, facilitou a transformação da climatologia em um instrumento político. Começou, então, a litania para responsabilizar o dióxido de carbono antropogênico pelo aumento das temperaturas, mesmo diante das maciças evidências de que o aquecimento registrado no século XX era um fenômeno tão natural como o Período Quente Medieval, entre os séculos IX e XII, quando as temperaturas no Hemisfério Norte eram 1-2oC superiores às atuais ? mais de seis séculos antes da Revolução Industrial.

Desde então, o alegado consenso vem sendo construído a partir de uma criteriosa seleção dos cientistas participantes de encontros internacionais dedicados ao assunto e o direcionamento preferencial de verbas para as pesquisas favoráveis aos cenários catastrofistas. Em um depoimento publicado na edição de dezembro de 2000 do Weather Action Bulletin, o meteorologista britânico Piers Corbyn foi enfático: "O problema que estamos enfrentando é que o Establishment meteorológico e o lobby dos grupos de pesquisa do aquecimento global, que recebem grandes financiamentos, estão aparentemente tão corrompidos pela generosidade recebida, que os cientistas que atuam neles venderam a sua integridade."

Em paralelo, os cientistas que questionavam a ilação simplista "carbono-aquecimento" passaram a ser pejorativamente rotulados como "céticos", agentes a soldo das empresas de petróleo e carvão e outros epítetos do gênero. Escusado dizer que raramente a mídia (em geral propensa ao sensacionalismo) tem se dado ao trabalho de consultá-los. No Brasil, a longa série de reportagens alarmistas que a Rede Globo de Televisão dedicou ao assunto em seus programas jornalísticos de horário nobre, desde o lançamento do "Relatório Stern", não ouviu um único cientista contrário ao cenário catastrofista (que, apesar de tudo, constituem a grande maioria).

Nos últimos meses, os "céticos" passaram a ser alvos de uma autêntica caça às bruxas. Nos EUA, a apresentadora do Weather Channel, Heidi Cullen, sugeriu que os meteorologistas que não aceitassem o que chamou de "visão científica aceita" sobre o aquecimento global tivessem canceladas as suas licenças profissionais. Pouco depois, o climatologista-chefe do estado de Oregon, George Taylor, passou a ser ameaçado de demissão por ter questionado publicamente o cenário catastrofista. Na Inglaterra, o celebrado colunista do The Guardian, George Monbiot, propôs que tais cientistas fossem submetidos a julgamentos como os do Tribunal de Nuremberg, que condenou criminosos de guerra nazistas após a II Guerra Mundial.

Quanto ao decantado Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), os seus relatórios e, em especial, os "Resumos", têm funcionado como os "diários oficiais" da campanha. Para tanto, o órgão não tem se furtado a recorrer a fraudes escandalosas, como ocorreu com o notório "gráfico do taco de hóquei" do relatório de 2001, o qual, simplesmente, suprimiu o Período Quente Medieval, para implicar que o aquecimento ocorrido no século XX seria de responsabilidade humana (ver Parte 5).

Da mesma forma, o IPCC tem ignorado sistematicamente as evidências que não se encaixam no cenário antropogênico, como as cada vez mais numerosas pesquisas que demonstram a influência determinante das radiações cósmicas e solares sobre o clima terrestre (ver Parte 8).

Por outro lado, a grande maioria dos prognósticos alarmistas se baseia em modelos climáticos computadorizados, que estão muito longe de simular com precisão aceitável os processos do mundo real, pela simples razão de que o clima da Terra é resultante de uma ultracomplexa interação de fatores cósmicos e terrestres, muitos dos quais ainda pouco conhecidos da ciência. Portanto, por mais avançados que sejam os supercomputadores nos quais são rodados, tais modelos não passam de ferramentas úteis para estudos acadêmicos e não poderiam, em hipótese alguma, ser utilizados para fundamentar políticas de tão grande alcance para o futuro da Humanidade.

A própria metodologia que privilegia o uso de modelos matemáticos, em detrimento das observações no mundo real, decorre da hegemonia adquirida pelo enfoque mecanicista-reducionista nas ciências, o qual pretende compreender os fenômenos a partir do conhecimento agregado das suas partes constituintes. Herança do Iluminismo, essa ótica pode ser bem-sucedida com fenômenos menos complexos e o desenvolvimento de projetos tecnológicos, mas não favorece o entendimento da dinâmica planetária e do contexto cósmico no qual ela se insere (e, menos ainda, do papel universal da espécie humana). Além disso, é um obstáculo aos avanços dos novos campos do conhecimento científico que, nas décadas vindouras, serão necessários para assegurar um progresso eqüitativo e sustentado para toda a Humanidade. Por conseguinte, é imperativo que a verdadeira ciência seja reconduzida ao lugar que lhe cabe nas discussões sobre o clima terrestre e as suas interações com as atividades humanas.

 

Um alerta do Canadá

Uma contundente manifestação de cientistas de escol contra o "consenso" fabricado foi uma carta aberta encaminhada em abril de 2006 ao primeiro-ministro do Canadá, Stephen Harper, propondo uma rediscussão da posição do país no Protocolo de Kyoto. Encabeçada pelo Dr. Ian D. Clark, professor de Hidrogeologia e Paleoclimatologia da Universidade de Ottawa, a carta foi assinada por outros 59 dos mais proeminentes cientistas envolvidos em estudos climáticos, do Canadá, EUA, Reino Unido, Austrália, Nova Zelândia, Dinamarca, Suécia e Polônia. Os dois parágrafos seguintes são auto-explicativos:

"Embora os pronunciamentos confiantes de grupos ambientais cientificamente desqualificados possa proporcionar manchetes sensacionalistas, eles não são base para uma formulação de políticas amadurecida. O estudo das mudanças climáticas globais é, como o senhor tem dito, uma 'ciência emergente', talvez a mais complexa jamais encetada. Pode levar anos antes que entendamos adequadamente o sistema climático da Terra. Não obstante, avanços significativos foram feitos desde a criação do protocolo, muitos dos quais nos estão afastando de uma preocupação com o aumento dos gases de efeito estufa. Se, em meados da década de 1990, nós soubéssemos o que sabemos hoje sobre o clima, quase certamente Kyoto não existiria, porque teríamos concluído que não era necessário.

"Nós entendemos a dificuldade que qualquer governo tem ao formular políticas razoáveis com base na ciência, quando as vozes mais estridentes parecem estar levanto ao rumo oposto. Entretanto, a convocação de consultas abertas e não-tendenciosas permitirá aos canadenses ouvir especialistas dos dois lados da comunidade de ciências climáticas. Quando o público vir a entender que não existe qualquer 'consenso' entre os cientistas climáticos, no tocante à importância relativa das várias causas das mudanças climáticas globais, o governo estará em uma posição muito melhor para elaborar planos que reflitam a realidade e possam, portanto, beneficiar tanto o meio ambiente como a economia."

 


O "taco de hóquei": retrato de uma fraude

Caro leitor, observe os dois gráficos abaixo. O primeiro (Fig. 1), apresentado no primeiro relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), em 1990, retrata as variações relativas de temperatura ocorridas ao longo do último milênio. Mesmo sem maior precisão, ele mostra o Período Quente Medieval, entre os séculos IX e XII, com temperaturas mais altas que as atuais, e a Pequena Idade do Gelo, entre os séculos XVII e XIX, mais fria e da qual o aquecimento registrado no século XX parece não ser mais que uma recuperação. Ambos os períodos são bastante conhecidos pelos paleoclimatologistas, que estudam a história climática do planeta. Como as medições diretas com termômetros tiveram início apenas no final do século XVIII, as épocas anteriores são estudadas com métodos indiretos ? isótopos de oxigênio (O18/O16), pólen, anéis de crescimento de árvores, formações geológicas características etc. -, os quais proporcionam um quadro suficientemente preciso sobre o clima vigente em um dado período.

 

 

O segundo gráfico (Fig. 2), divulgado em 1999 pela equipe do paleoclimatologista Michael E. Mann, então na Universidade de Massachussetts, se refere a um estudo de anéis de árvores e outras fontes e foi apresentado no relatório de 2001 do IPCC. Ele mostra um ligeiro resfriamento de 0,2oC para o Hemisfério Norte, no período 1000-1900, seguido de uma brusca elevação de 0,6oC, no período 1900-2000. Por sua forma, ficou conhecido como o "taco de hóquei" e foi extensamente alardeado pelo IPCC e a comunidade "aquecimentista" como uma evidência cabal da ação humana no clima. O problema é que, como foi prontamente demonstrado, ele era simplesmente falso.

 

 

De início, chamou a atenção o fato de que o gráfico do grupo de Mann eliminava sumariamente o Período Quente Medieval e a Pequena Idade do Gelo. Pouco depois, dois estatísticos canadenses da Universidade de Guelph (Ontario), Stephen McIntyre e Ross McKitrick, analisaram os dados e a metodologia usados pela equipe de Mann e concluíram que os algoritmos empregados sempre produziam um gráfico em forma de bastão de hóquei, independentemente dos dados aplicados a eles. Posteriormente, por solicitação do deputado Joe Barton, então presidente do Comitê de Energia e Comércio da Câmara dos Deputados dos EUA, o Dr. Edward J. Wegman, da Universidade George Mason e considerado um dos maiores especialistas em modelos estatísticos computadorizados do país, também revisou o trabalho de Mann e chegou à mesma conclusão.

Ademais, Wegman fez uma crítica devastadora à comunidade dos "aquecimentistas", que, segundo ele, formam um grupo tão fechado em si próprio que impossibilita qualquer revisão independente de trabalhos como o de Mann. Em suas palavras, "existe um grupo estreitamente interligado de indivíduos que acredita apaixonadamente em suas teses. Entretanto, a nossa percepção é a de que este grupo tem um mecanismo de retroalimentação que se auto-reforça e, ademais, o trabalho tem sido tão politizado que eles dificilmente podem reavaliar as suas posições públicas sem perder a credibilidade".

Diante da fraude comprovada, o IPCC não fez qualquer retratação e, embora tenha excluído o trabalho de Mann do "Resumo" de 2007, manteve as suas conclusões no documento, a saber: "Informações paleoclimáticas apóiam a interpretação de que o aquecimento do último meio século é incomum, pelo menos nos 1300 anos anteriores."

Em respeito à inteligência do leitor, dispensam-se maiores comentários.

 


História (quase) secreta do aquecimento global

As três décadas que se seguiram à II Guerra Mundial representaram o período de mais rápida expansão do processo de desenvolvimento socioeconômico para toda a Humanidade. Tal impulso foi proporcionado pela reconstrução econômica do pós-guerra, especialmente na Europa e no Japão, o processo de descolonização na Ásia e na África e o arcabouço financeiro e monetário relativamente estável proporcionado pelo Sistema de Bretton Woods. Ao mesmo tempo, uma série de conquistas científico-tecnológicas contribuía para disseminar um intenso otimismo cultural: a "Revolução Verde" dos cultivos de alto rendimento, os avanços da medicina e da saúde pública, das telecomunicações, as perspectivas de uso pacífico da energia nuclear, a corrida espacial e outras.

Naquele momento, a palavra de ordem era industrialização, principalmente entre os países subdesenvolvidos. Em 1957, o comércio mundial de produtos industrializados superou pela primeira vez o de produtos primários e alimentos. Entre 1953 e 1963, a participação dos países subdesenvolvidos na produção industrial mundial subiu de 6,5% para 9%, uma alta de quase 50%, com tendência ascendente.

Foi nesse contexto que certos setores do Establishment anglo-americano colocaram em marcha o movimento ambientalista internacional, cuja criação já vinha sendo preparada desde o pós-guerra imediato. Em seu livro Battling Wall Street: The Kennedy Presidency (Combatendo Wall Street: a Presidência Kennedy), o sociólogo estadunidense Donald Gibson descreve:

"No final da década de 1950 e início da de 1960, uma antiga inclinação existente entre alguns membros da classe superior estava prestes a se tornar um assunto nacional. Esta inclinação ia redefinir as conquistas da ciência e da tecnologia como ações malignas que ameaçavam a natureza ou como fúteis tentativas de reduzir o sofrimento humano que, diziam, era o resultado da superpopulação. Essa tendência, em parte articulada como uma visão de mundo nos escritos de Thomas Malthus, toma o que podem ser preocupações razoáveis sobre temas como a qualidade do ar e da água e as reveste de uma ideologia profundamente hostil ao progresso econômico e à maioria dos seres humanos."

Desde as fases iniciais do movimento, o potencial do dióxido de carbono (CO2) como "vilão ambiental" não passou despercebido pelos seus mentores, com destaque para o magnata canadense Maurice Strong (foto acima), cuja trajetória multifacetada é a demonstração viva do controle do ambientalismo pelo Establishment oligárquico. Já em 1972, como secretário-geral da Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente Humano, em Estocolmo, ele apresentou uma agenda que antecipava com grande "clarividência" o que estava por vir. O relato é da sua compatriota, a competente jornalista investigativa Elaine Dewar, no livro Cloak of Green: The Links Between Key Environmental Groups, Government and Big Business (Capa de verde: os laços entre grupos ambientais importantes, governos e os grandes negócios):

"Quando a Conferência de Estocolmo foi instalada, em 1972, Strong advertiu urgentemente sobre o advento do aquecimento global, a devastação das florestas, a perda de biodiversidade, os oceanos poluídos e a bomba-relógio populacional. Ele sugeriu um imposto sobre a movimentação de cada barril de petróleo e o uso desses fundos para criar uma grande burocracia da ONU, para chamar a atenção sobre a poluição onde quer que ela se encontrasse. Na medida em que eu lia esse velho discurso, eu compreendia que ele quase poderia ser repetido na Cúpula do Rio... Um documento do Greenpeace, que circulou antes do Rio, alegava que a Conferência de Estocolmo fora um fracasso, por causa do que não fora discutido. Certamente, para alguns, as discussões limitadas foram um fracasso. Para outros interesses, elas constituíram um sucesso."

Um dos desdobramentos da Conferência de Estocolmo foi a criação do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), para o qual Strong foi nomeado o primeiro diretor-executivo. A partir do cargo, que ocupou até 1975, ele desempenhou um ativo papel na popularização das supostas ameaças para a atmosfera, representadas pelo uso de combustíveis fósseis e produtos químicos agressivos para a camada de ozônio ? esta última, uma teoria alarmista que também dava os seus primeiros passos e seria crucial para a agenda ambientalista, como veremos adiante.

Além da Conferência de Estocolmo, o ano de 1972 presenciou duas outras importantes iniciativas da campanha catastrofista. O primeiro foi o lançamento do famigerado relatório do Clube de Roma, Limites ao crescimento, o qual introduziu as projeções computadorizadas na metodologia alarmista, prognosticando o esgotamento de vários recursos naturais nas décadas seguintes. O segundo foi a criação, em Laxemberg, Áustria, do Instituto Internacional de Análise de Sistemas Aplicada (IIASA), um empreendimento conjunto do Establishment ocidental e certos setores da Nomenklatura soviética, que perceberam na causa ambientalista o potencial para o estabelecimento de um "condomínio de poder" Leste-Oeste (a posterior adesão de Mikhail Gorbachov às causas "verdes" tem aí as suas raízes). Até hoje, o IIASA tem desempenhado um importante papel na promoção do aquecimento global antropogênico.

Um marco decisivo da campanha contra o dióxido de carbono foi a conferência "A atmosfera: ameaçada e ameaçadora", realizada em outubro de 1975, em Washington (EUA), promovida pelo Centro Internacional Fogarty para Estudos Avançados de Ciências da Saúde, órgão do governo estadunidense. Curiosamente, uma das organizadoras do evento foi a antropóloga Margaret Mead (foto acima), uma veterana integrante de programas de "engenharia social" do aparato de inteligência do Establishment. As suas palavras não poderiam ser mais claras sobre os rumos da campanha ambientalista: "Estamos enfrentando um período em que a sociedade deve tomar decisões em escala planetária... A menos que os povos do mundo possam começar a entender as conseqüências imensas e de longo prazo do que parecem ser pequenas escolhas imediatas ? furar um poço, abrir uma estrada, construir um grande avião, fazer um teste nuclear, instalar um reator regenerador, liberar produtos químicos que se diluem na atmosfera ou descarregar resíduos concentrados no mar -, todo o planeta pode ficar em perigo."

Em outro trecho, os anais da conferência registram:

"A Dra. Mead enfatizou que a conferência foi baseada no pressuposto de que decisões políticas de tremendo alcance serão tomadas - com os cientistas provendo elementos de julgamento ou não. Não há meio de os cientistas evitarem afetar o processo de tomada de decisões em assuntos relacionados às suas disciplinas, mesmo se permanecerem publicamente em silêncio. Uma decisão dos formuladores de políticas no sentido de não agir na ausência de informação ou conhecimento científico é uma decisão política por si mesma e, para os cientistas, não há a possibilidade de inação, exceto a de deixarem de ser cientistas."

Juntamente com o outro organizador do evento, o climatologista William Kellogg, Mead propôs a adoção de uma "Lei da Atmosfera" de âmbito mundial, a qual estabelecesse limites para a quantidade de emissões de dióxido de carbono que cada nação poderia produzir. Não por acaso, entre os participantes da conferência, encontravam-se outros dois climatologistas que, posteriormente, se destacariam na promoção do aquecimento global antropogênico, Stephen Schneider (foto acima) e George Woodwell.

A conferência também serviu como plataforma de lançamento para a chamada Hipótese Gaia, um esdrúxulo coquetel de pseudociência e misticismo que considera a Terra um ser vivo de direito próprio, idealizado pelo biólogo inglês James Lovelock (foto acima), que se tornaria um dos principais propagandistas do aquecimento global. Em seu último livro, A vingança de Gaia, lançado em 2006, Lovelock prognostica uma catástrofe planetária antes do final do século, causada por aumentos de temperatura de 5-8oC, os quais provocariam a expansão das áreas desérticas e a morte de bilhões de pessoas. Segundo ele, apenas na região ártica sobreviveriam alguns poucos casais em condições de acasalamento. (Embora afirmando discordar de alguns dos seus fundamentos, Stephen Schneider se tornou um dos principais propagandistas da Hipótese Gaia.)

O engajamento seletivo da comunidade científica na campanha do dióxido de carbono se deu crescentemente, ao longo da década de 1980, a partir de uma série de conferências internacionais promovidas pela burocracia ambiental das Nações Unidas (PNUMA e Organização Meteorológica Mundial), em cooperação com o IIASA: Villach, Áustria (1985); Villach e Bellaggio, Itália (1987); e Toronto, Canadá (1988).

Em Toronto, pela primeira vez, a proposta de redução das emissões de CO2 recebeu uma meta numérica: um corte de 20% sobre as emissões daquele ano, até 2005. Dali saiu também a decisão de estabelecer um corpo tecnocrático especificamente para conduzir a campanha no meio científico, que viria a ser o IPCC, oficialmente criado no ano seguinte.

 


"Desenvolvimento sustentado": Malthus de roupa nova

Um importante reforço para a campanha foi a ampla divulgação, em 1987, do relatório Nosso Futuro Comum, da Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, mais conhecida pelo nome de sua principal coordenadora, a ex-primeira-ministra norueguesa Gro-Harlem Brundtland. O principal objetivo do documento era a introdução do conceito de "desenvolvimento sustentado", que se tornaria a pedra de toque da ideologia ambientalista. Em sua essência, o conceito não passa de uma nova roupagem para as idéias de crescimento limitado popularizadas pelo Clube de Roma, com uma manifesta inclinação malthusiana. Veja-se, por exemplo, a seguinte passagem: "A cada ano, aumenta o número de seres humanos, mas permanece finita a quantidade de recursos naturais destinados ao sustento dessa população, à melhoria da qualidade de vida e à eliminação da pobreza generalizada."

Outro trecho explicita os pendores em prol da "governança global": "O conceito de soberania nacional foi basicamente alterado pela interdependência nos campos econômico, ambiental e de segurança. Os bens comuns a todos não podem ser geridos a partir de um centro nacional; o Estado-nação não basta quando se trata de lidar com ameaças a ecossistemas que pertencem a mais de um país. Só é possível lidar com ameaças à segurança ambiental através de administração conjunta e de processos e mecanismos multilaterais."

Quanto aos problemas atmosféricos, o relatório afirma que "muito provavelmente, as ameaças do aquecimento global e da acidificação do meio ambiente descartam até mesmo uma duplicação do uso de energia baseado nas atuais combinações de fontes primárias. Portanto, qualquer nova era de crescimento econômico deverá ser menos intensiva em energia do que o crescimento no passado".

Para lidar com tais ameaças, a Comissão Brundtland recomendou a criação de uma agência ambiental global com poderes supranacionais, além de alertar para as possibilidades de futuros conflitos causados por disputas por recursos naturais ou contenciosos ambientais. Soa familiar?

 


Interregno: o "buraco" na camada de ozônio

Em paralelo com a campanha "aquecimentista", as hostes ambientalistas se empenhavam para transformar outro fenômeno natural em uma emergência global, atribuindo as variações das concentrações de ozônio na estratosfera à ação de produtos químicos como os clorofluorcarbonos (CFCs), halons, brometo de metila e outros, utilizados em dúzias de aplicações (elementos refrigerantes, propelentes de aerossóis, pesticidas etc.). Em um roteiro que se pretende replicar no caso das variações de temperatura, discussões que não deveriam extravasar do meio científico acabaram, por força do bem articulado lobby ambientalista, ganhando foros de problema planetário e se transformando em objeto de uma legislação de âmbito internacional e restritiva da fabricação e uso daqueles produtos.

A progressão foi extremamente rápida. As primeiras teorias sobre os supostos impactos humanos na camada de ozônio surgiram juntamente com o início da escalada ambientalista, na primeira metade da década de 1970. Os suspeitos iniciais foram as emissões de óxidos de nitrogênio provenientes das turbinas de jatos supersônicos de passageiros de vôo estratosférico, como o Concorde franco-britânico e o SST estadunidense (que nunca chegou a ser construído). Mas, logo, as acusações se transferiram para os CFCs e outros de compostos de cloro. Segundo a teoria, tais produtos, ao serem descartados, subiriam até a estratosfera (mesmo sendo três a quatro vezes mais densos que o ar e, em geral, descartados em ambientes fechados e não-turbulentos) e, ali, sob a ação das intensas radiações ultravioleta, teriam as suas moléculas dissociadas, libertando os mortais átomos de cloro, que, por sua vez, se combinariam com as moléculas de ozônio (O3) e as dissociariam. Em conseqüência da destruição do ozônio, haveria um aumento da intensidade da radiação ultravioleta na superfície terrestre, aumentando a incidência de cânceres de pele e outras enfermidades, tanto no homem como em outros seres vivos.

Com a antecipação peculiar, antes de encerrar a sua gestão no PNUMA, em 1975, Maurice Strong já havia determinado a criação de um grupo de estudos no órgão para lidar com a nova ameaça. Em 1985, a notícia de que um "buraco" na camada de ozônio havia sido detectado na Antártica causou furor mundial e acelerou os trabalhos para o estabelecimento de um acordo internacional para enfrentar o problema (poucos se deram ao trabalho de consultar os registros das pesquisas feitas na região durante o Ano Geofísico Internacional, em 1957-58, quando o fenômeno já havia sido registrado). No mesmo ano, realizou-se a Convenção de Viena para a Proteção da Camada de Ozônio. Dois anos depois, foi estabelecido o Protocolo de Montreal sobre Substâncias que Desgastam a Camada de Ozônio, que entrou em vigor em 1989, tendo experimentado quatro revisões desde então. Universalmente saudado como o mais bem-sucedido tratado ambiental já estabelecido, o Protocolo de Montreal determina datas-limite para o encerramento dos usos dos compostos de cloro aos quais foi atribuída a pecha de "assassinos do ozônio".

O alcance do acordo pode ser avaliado pelas cândidas declarações do principal negociador estadunidense do Protocolo de Montreal, o diplomata Richard Benedick, em seu livro Ozone Diplomacy: New Directions in Safeguarding the Planet (Diplomacia do ozônio: novas direções na salvaguarda do planeta), publicado em 1991:

"O Protocolo de Montreal... determinou significativas reduções no uso de vários produtos químicos extremamente úteis... Pela sua ação, os países signatários assinaram a sentença de morte para uma importante parte da indústria química internacional, com implicações de bilhões de dólares em investimentos e centenas de milhares de empregos em setores correlatos. O protocolo, simplesmente, não prescreveu limites para esses produtos com base na 'melhor tecnologia disponível', que teria sido a maneira tradicional de reconciliar objetivos ambientais com os interesses econômicos. Em vez disto, os negociadores estabeleceram datas-limite para a substituição de produtos que haviam se tornado sinônimos de padrões de vida modernos, ainda que as tecnologias requisitadas ainda não existissem."

Ademais, ele admite:

"Na época das negociações e da assinatura, não existia nenhuma evidência de problemas mensuráveis. Assim, ao contrário de acordos ambientais do passado, o tratado não foi uma resposta a acontecimentos ou eventos prejudiciais, mas uma ação preventiva em escala global."

É significativo que, antes de ser destacado para as negociações do Protocolo de Montreal, Benedick chefiava o Gabinete de População do Departamento de Estado, onde defendia a aplicação de draconianas políticas de controle demográfico nos países subdesenvolvidos.

Os principais fabricantes de CFCs e similares, na América do Norte, Europa e Japão (cujas patentes estavam no fim), não foram afetados pelas restrições aos seus produtos, pois, prontamente, apresentaram uma nova família de substitutos, os hidrofluorcarbonos (HFCs). O problema, pelo menos para os usuários, é que tais produtos não só custavam 20-30 vezes mais que os CFCs, como também obrigariam a uma total substituição dos equipamentos existentes, pois eram incompatíveis com os compressores dos refrigeradores em uso. Além disso, ironicamente, os HFCs foram logo apontados como poderosos gases de efeito estufa, 10 mil vezes mais eficientes que o CO2, o que ensejou um adendo ao Protocolo de Montreal, determinando que deixem de ser usados até 2030 (e, possivelmente, substituídos por novos produtos ainda mais caros).

Por outro lado, o banimento dos CFCs nos países industrializados motivou o surgimento de um ativo comércio ilegal oriundo dos fabricantes sediados nos países em desenvolvimento, que receberam um prazo maior para a adaptação das suas indústrias (além de recursos de um fundo de compensação estabelecido pelo protocolo). Nos EUA, a estrutura policial criada para reprimir esse contrabando se tornou inferior apenas à estabelecida para o combate ao narcotráfico, o que denota as conseqüências do irracionalismo ambientalista, conseguindo a façanha de transformar uma das substâncias mais úteis e versáteis já inventadas em objeto de repressão policial.

E quanto ao "buraco" na camada de ozônio? Na verdade, assim como ocorre com a maioria dos fenômenos atmosféricos, as concentrações de ozônio na estratosfera são extremamente variáveis e dependentes de fatores totalmente alheios às ações humanas ? no caso, intensidade das radiações solares e cósmicas, latitude, estação do ano, erupções vulcânicas etc. O mal denominado "buraco" não passa de uma rarefação das concentrações do gás abaixo de um certo nível, fenômeno que já era registrado na região subártica da Noruega desde a década de 1920, antes mesmo de os CFCs, halons e congêneres serem inventados. Na Antártica, quando tais variações extremas foram constatadas, durante o Ano Geofísico Internacional, os CFCs apenas começavam a entrar em uso comercial (os halons, usados em extintores de incêndio, só foram inventados na década seguinte).

Não obstante, como já advertia Margaret Mead, em 1975, e corroborado por Richard Benedick, "decisões políticas de tremendo alcance serão tomadas" - independentemente dos seus fundamentos científicos.

Como uma espécie de coroamento da campanha do ozônio, o Prêmio Nobel de Química de 1995 foi conferido ao estadunidense F. Sherwood Rowland, seu pupilo mexicano-estadunidense Mario Molina e o holandês Paul Crutzen, autores da teoria que serviu de pretexto para a investida contra os compostos de cloro. Mais tarde, o versátil Molina viria a ser um dos redatores do "Resumo" de 2007 do IPCC. Seu mentor Rowland, por sua vez, juntamente com outros 40 cientistas (?) e ativistas ambientais de 20 países, foi signatário de um dos mais delirantes manifestos ambientalistas já produzidos, a Declaração de Morelia (1991), que afirma em um de seus trechos: "Se a metade final do século XX ficou marcada por movimentos de libertação humana, a década final do segundo milênio será caracterizada por movimentos de libertação entre espécies, de modo que algum dia possamos atingir uma igualdade genuína entre todas as coisas vivas."

 

(continua)

Adicionar para: Add to your del.icio.us del.icio.us | Digg this story Digg

Comentários (45 postado):

Rui Martins on 22 August, 2007 10:16
avatar
Nas décadas de 50 e 60 o alarmismo do holocausto nuclear criou uma paranóia coletiva que influenciou toda uma geração e foi alvo da revolução hippie e outras de contracultura. Víamos nas artes a representação do desalento com a falta de futuro ante a proximidade do holocausto. O holocausto ainda não veio e, parece, não ter mais espaço psicológico para acontecer, mas essa paranóia se deslocou para o holocausto ambiental.

Será que essa pessoas não vêem o malefício e desinformação ao se "plantar" um terrorismo psicológico desta magnitude nas mentes de nossas crianças que não conseguem entender as dimensões de tempo em que essas previsões deverão ocorrer e ficam aterrorizadas esperando o fim do mundo para amanhã? Qual a motivação e os medos que esses futuros adultos terão?
0
Luiz C. Weinschütz on 22 August, 2007 10:16
avatar
Como geólogo e pesquisador da grande glaciação permocarbonífera e seus registros do sul do Brasil, tenho pleno conhecimento de que mudanças climáticas aconteceram e vão acontecer na história de nosso planeta com ou sem a presença do homem. Mas não podemos deixar de considerar que nenhum ser vivo que passou pela Terra causou tantas modificações e alterações bruscas no planeta, considerando a construções de mega cidades, represas, áreas para agricultura, industrias que consomem máteria prima, além de sermos atualmente uma população de 6,... bilhões de indivíduos com suas necessidades básicas e consumistas.
Nesta visão tenho consciência de que achar que as mudanças clímáticas são apenas decorrencia do arranjo do universo, é no mínimo falta de bom senso, e não fazer nada "é pagar pra ver", ou seja uma aposta onde o que está em jogo é o destino de nossos filhos, netos,..... Se existe exagero nas previsões catastróficas, achar que a espécie humana é inoscente neste história é o mesmo que fechar os olhos e não exergarmos as mudanças ao redor. E com relação a conspiração contra a produção de CO2, é no mínimo ridícula, o que deve ser comentado é a conspiração dos grandes paises e megaempresas produtores e consumidores de combustíveis fósseis, que seguraram e retardatam o desenvolvimento de tecnologias limpas na produção de energia, e fica óbvio que os EUA, bem como recentemente a China, Índia, Austrália terão a perder com uma possível diminuição na utilização de combustíveis fósseis, pelo menos até dominarem o mundo com alguma outra alternativa energética.
0
Nilder Costa on 22 August, 2007 10:16
avatar
Prezado Hamilton:

Obrigado pelo interesse e pelas considerações sobre o nosso trabalho. Mas queremos enfatizar que não somos "isentos" nessa discussão sobre a politização/radicalização do ambientalismo; ao contrário, tomamos claramente o partido da busca da verdade orientada pela ciência, e não por ideologias esdrúxulas e contrárias aos interesses da sociedade em geral. E é por ater-nos criteriosamente às evidências proporcionadas pela ciência que nos posicionamos tão enfaticamente nessa questão.
A propósito das variações de temperatura atmosférica, a influência humana sobre elas existe, o problema é a escala. Os impactos locais e até regionais são sobejamente conhecidos - urbanização, mudança de padrões de vegetação etc. Mas, a despeito de toda a celeuma, IPCC inclusive, não há qualquer evidência sólida que permita concluir que a alta de temperaturas médias do planeta verificada nos últimos 150 anos, de 0,6-0,8 graus centígrados, se deva à ação humana. Muito provavelmente, trata-se de uma mera recuperação da Pequena Idade do Gelo que marcou os dois séculos precedentes. Em todos os milhares de textos citados pelo IPCC desde que este órgão passou a ser o "templo sagrado" do aquecimento global, não há um único que apresente uma explicação concreta e plausível em contrário. É simples assim.
De resto, ao longo da maior parte da história geológica do planeta as concentrações de CO2 foram bem maiores que as atuais, e que nem sempre houve correlações com as temperaturas. Assim, o que questionamos, juntamente com a maioria dos geocientistas, é a ultra-simplificação do fenômeno para atribuí-lo às emissões de gases de efeito estufa. O mesmo argumento vale para as variações do nível do mar, nas quais os movimentos geológicos das massas continentais são incomparavelmente mais importantes do que os efeitos térmicos (que na verdade são praticamente desprezíveis).
Quanto às nossas recordações pessoais, elas não são bons indicadores de tendências geofísicas planetárias. As mudanças climáticas em escala planetária e de longo prazo só podem ser percebidas em escala histórica, pois dentro de cada ciclo climático ocorrem altos e baixos de todos os parâmetros relavantes para a nossa percepção - temperatura, umidade, correntes aéreas etc. Temos na estante um livro chamado "The Climatic Threat", de 1978, cujo primeiro capítulo é intitulado "O que está errado com o nosso clima?" Na época, o alarmismo vigente se referia a uma iminente nova era glacial (que está a caminho, mas não se pode prever quando chegará, pode ser em algumas décadas ou alguns séculos).
Caso você se interesse em conhecer melhor tais assuntos, sugerimos-lhe a leitura dos livros citados no nosso portal.
De resto, estamos à disposição.
Atenciosamente,

Nilder Costa
0
cristiano on 22 August, 2007 10:16
avatar
esse e psicologico
0
luiz c on 22 August, 2007 10:16
avatar
Denho plena convicção de que entender os processos que levam a mudanças climáticas é muito complexo, mas defender o uso insdiscriminado de combustíveis fosseis, CFCs é no mínimo arriscado, daqui a pouco vão defender a volta da gasolina com adição de chumbo, aqueles inúmeros pestiscidas proibidos em paises de primeiro mundo , etc....
0
Paulo Oliveira on 13 September, 2007 13:19
avatar
Não tenho dúvidas de que o homem é o responsável pelo que está acontecendo no clima mundial. Não sou adepto de nenhuma legenda política nem tenho qualquer interesse na questão, exceto de garantir que nossos filhos e netos não sejam exterminados e que a raça humana seja exterminada pelas nossas próprias ações.
"Plante uma árvore" como muitos dizem por aí não é a solução.
É preciso que as grandes indústrias, e as pequenas também, eu , você, TODOS ! Façamos um grande esforço para reequilibrar a natureza de um modo geral. Não concordar é insanidade. Achar que o homem não é responsável pelo que está acontecendo é loucura, cegueira e inconsequência.
0
Elaine on 17 November, 2007 11:20
avatar
Estamos lidando aqui senhores com a arrogância do homem, e quando ele diz que é poderoso o bastante para destruir um planeta não admite ser contrariado. Não há dúvidas que o micro clima pode ser modificado devido ações antrópicas. Com tanto concreto e asfalto não poderia se esperar outra coisa. Mas quanto essa grande fraude não é preciso ir muito longe e nem consultar grandes tratados, grandes pesquisas para se chegar ao óbvio. Basta se lembrar da aula da professora do primário, a Dona Genoveva, que dizia que a atmosfera é composta por 78% de Nitrogênio , 21% de Oxigênio e 1% de outros gases, e entre eles o CO2 com 0,03%. Pouco não é? Ah, mas o CO2 é um gás importante no efeito estufa, efeito este necessário para que haja vida na Terra pois sem essa retenção de calor a vida na Terra seria impossível. Mas não esqueçam meus caros, que o mais importante gás do efeito estufa é o vapor d?água. O que devemos fazer então? Uma campanha mundial para secar os oceanos! As pessoas não conhecem seus paises, suas cidades e basta a mídia dizer que está havendo uma seca na Amazônia ou enchente na cidade tal, que todo mundo se desespera e começa a confusão apocalíptica. Seca na Amazônia sempre existiu, e as enchentes também. Só não existia ocupação urbana tão desenfreada e mal planejada e nem uma mídia alarmista e pretensiosa!A mídia é tão safada que leva as pessoas acharem que estão se afogando e perdendo suas coisas por causa das mudanças climáticas globais e não por causa de uma gestão política que pouco se importa com o saneamento básico da população. Ninguém se pergunta se a barragem na cabeceira do rio tem alguma influência na vazão dágua do rio...Enfim, o super homem também tem que salvar a Terra com sua política ambientalista chinfrim. Armam o circo, mas depois que acaba o show pegam seus carros e voltam para casa e se sentem realizados como cidadão, pois já fizeram sua parte, já derem seu dizimo ao mundo! E continuam levando sua vida ?normal? de consumo, de urbanóides pós-modernos, em suas casas impermeabilizadas. Hipócritas. Prestem mais atenção, o verde virou mercadoria e tem muita gente lucrando com isso.
0
Hugo Agogô on 19 December, 2007 18:43
avatar
CONTRA A TESE DO AQUECIMENTO GLOBAL ANTROPOGÊNICO

É certo que o "consenso científico" é MENTIRA:

http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2007/02/374113.shtml

http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=48404

http://www.midiasemmascara.com.br/artigo.php?sid=5869

http://www.midiasemmascara.com.br/artigo.php?sid=5930

http://www.midiasemmascara.com.br/artigo.php?sid=5953

http://www.midiasemmascara.com.br/artigo.php?sid=5972

É certo que cientistas que não creem no aquecimento global antropogênico foram falsamente citados como defensores dele:

http://resistir.info/climatologia/lindzen_rev2.html

É certo que os dados históricos sobre CO2 foram manipulados pelo IPCC:

http://portugues.larouchepub.com/outrosartigos/2007/0302_baixo_de_gore.html

É certo que o IPCC utilizou métodos duvidosos para refazer um gráfico histórico de temperatura:

http://resistir.info/climatologia/falsificacao_da_historia_climatica.html

É certo que os "verdes" tem usado sistematicamente de exageros e invencionices para obter poder político:

http://www.midiasemmascara.com.br/artigo.php?sid=5988

Se quiser mais informações, digite no google: fraude (ou farsa) aquecimento global
0
Desmistificador on 02 January, 2008 23:03
avatar
Quem é Al Gore? Respondo abaixo num texto do blogueiro Ernesto (do Dystopia):

Al Gore é filho do senador Albert Gore, cuja carreira política foi financiada pelo big boss do petróleo, Armand Hammer. Hammer, que se gabava de ter Albert Gore "no bolso", foi um dos capitalistas ocidentais que investiram pesadamente na economia soviética após a revolução, ganhando muito dinheiro com a consolidação da ditadura comunista.

Amigo íntimo de Lênin, desde a abertura dos arquivos soviéticos, segundo o provam documentos recém-publicados pela "Yale University Press", era de fato um membro oficial da rede de financiamento do Comintern. Seus negócios eram pura fachada de uma imensa máquina de guerra soviética contra os EUA. Um deles, um banco sediado na Estônia, fazia a lavagem de dinheiro para o Partido Comunista americano. Outra empresa sua, a Allied Drug and Chemical Company, foi usada para furar o bloqueio econômico, passando à URSS produtos químicos vitais.

Armand era filho de Julius Hammer, fundador do Partido Comunista dos Trabalhadores Americanos e médico condenado à prisão pela morte de uma paciente durante um aborto ilegal. Gente finíssima.

Logo após a tomada do poder pelos comunistas, pai e filho foram viver na URSS, numa luxuosa mansão da época tzarista.

Tal é a origem dos recursos que fizeram de Al Gore um rapaz de futuro. Nos tempos em que os EUA ligavam para a moral e para o anticomunismo, essa história bastaria para vetar uma candidatura a juiz de paz no estado de Idaho.

Entendeu agora porque o FDP Al Gore (primo do FDP Gore Viadal) perdeu a eleição para um merda medíocre como o WC Bush?

Esclarecedor este texto acima, não?
0
Dayse on 26 June, 2008 16:32
avatar
Este artigo é muito bom, parece embasado por pessoas que entendem, porém como todas as verdades e teorias, têm os que são a favor e os que são contra e há muitos pseudo-sábios e pseudo-cientistas que querem ficar famosos com suas teorias contraditórias, convencendo principalmente pessoas influenciáveis,que estão do lado contrário da maioria, muitas vêzes até por vício e ignorância, prefiro ficar com o que estou vendo: estão destruindo sim, o nosso planeta em nome de lucros rápidos e fáceis, em nome de um progresso selvagem. O desenvolvimento sustentável é possível. Não é necessário destruir a Amazônia, para criar gado, existem imensas áreas no Brasil, sem uso e sem tanta importância ecologica. E o aquecimento global que é real, pois tenho 46 anos e minha cidade que fazia 2 graus no inverno, não faz menos de 10 agora, diz minha inteligência que é provocado pela poluição absurda das grandes cidades e fábricas e pelo desmatamento. SÓ NÃO VÊ QUEM NÃO QUER.
0
Bernardo on 23 September, 2008 15:56
avatar
Esses dias estava conversando sobre as mudanças climáticas com minha avó (79). Comentei com ela a respeito da época em que ela chegou em São Paulo (1947), e qual era a temperatura mais alta que se fazia na cidade... Ela me disse que por volta de 17ºC era o máximo que chegava no verão...

Ai vem um ignorante, pois palavra melhor não o define, e afirma que o impacto do homem no auqcimento global é de apenas 2%!!!

Cuspam em todas as estatísticas e gráficos que lhes apresentem e olhem a sua volta. Verão a natureza morrendo, clima cada vez mais quente e caminhando para um futuro caótico. Ninguém na face da terra necessita olhar gráficos para perceber isso.

Quem sabe nosso amigo Robert C. Balling não poderia ir até alguma ilha de esquimós perto do pólo norte e explicar pra eles que o fato que a ilha que eles moram a mais de 30 gerações senão mais estar afundando agora não tem nada a ver com o auquecimento global e faz parte de um ciclo da natureza...

Francamente sobre a questão de aquecimento global eu não preciso comparar dados ou pesquisas de cientistas nenhum. Apenas olho a minha volta e percebo que tudo está diferente. Todos tem essa capacidade e deveriam usar a própria percepção para analisar essa questão.
0
Fernando on 10 October, 2008 19:15
avatar
fiquei feliz com o que li.
Uma boa revisão histórica.
Penso que estamos falando de Pandas, baleias, ursinho polar equilibrando-se em lascas de gelo, pinguins perdidos, mico leão dourado, ah!! golfinhos são umas gracinhas, falcão...hummm!!! boto cor de rosa( loooucura!!). Eu acho que nunca vi um bicho destes. Mas que tal conservarmos baratas, mosquito da dengue ( imagina o governo faz campanha na televisão para extermina-los), aranhas,(alguém já viu Salve as Aranhas... seria uma cena interessante lanchas cercando um navio para salvar uma aranha no convés.
Em 1947 sua vó estava com PDO negativa, apesar que 17ºC no verão em São Paulo compreendo como forma de expressão.
Ok: Não existe nada parecido com AGW.
0
WMoreiraJr on 28 October, 2008 12:24
avatar
A expansão territorial do homem, é claro que é culpada em várias mudanças no clima. Isso é notório! Porém, mais do que qualquer coisa, temos que observar que, em meados de 1999 o nosso Sol apresentou diversas explosões em sua calota e de lá para cá, isso tem interferido sistematicamente no clima não só da Terra, como dos outros planetas do Sistema Solar. E a respeito disso, não vejo/leio em fórum algum, ou outra mídia qualquer. Isso é cíclico e de tempos em tempos, ocorre! A estrela nossa de cada alvorecer convulsiona e modifica-se para manter tudo dentro de uma equação que o homem ainda não estudou ou sequer entende. O que entendo é que, diante do quadro atual, temos muitos faturando com isso, através de uma nova fórmula de capitalismo, que é calcado em um 'armagedon' (palavra midiática que apenas designa uma região antiga onde hoje se localiza a Faixa de Gaza e nada mais) apocalíptico (sic). Sempre que o homem quer aproveitar-se da ignorância de seus semelhantes, utiliza a fé e a falta de conhecimento dos demais, prol ao enriquecimento de alguns. E tome ONG's e congêneres! E tome manchetes bombásticas! E tome de todos o que se puder, para o 'boom' de poucos.
0
Viviane on 04 November, 2008 13:06
avatar
O pior de tudo é ainda existem milhares de seres desta mesma espécies deplorável, capaz de escrever tanta bobagem. Isto fere e subestima minha inteligência.
0
CARLOS ANTONIO PEREIRA DE JESUS on 24 November, 2008 21:41
avatar
Viviane,
Tenho também acompanhado todas essas ridículas,inconsequentes, falta de conhecimento científico. E que estas pessoas de certa forma exercem ou fazem parte da história. É profundamente lamentável...nosso planeta não merece isto.
carlosapjesus@hotmail.com
0
Cendi on 27 November, 2008 18:33
avatar
Que coisa mais fora de moda que é negar que o aquecimento global seja responsabilidade das atividades humanas no planeta.
Gente, desce desse barco! Até os imbecis dos pseudocientistas do Bush já pularam!
0
Rui Monteiro on 27 December, 2008 11:04
avatar
O clima aqueceu nos últimos tempos; o clima aqueceu entre 1920 e 1940; o clima foi mais quente que hoje entre o ano 900 e o ano 1400; o clima arrefeceu entre 1400 e 1450; o clima arrefeceu entre 1940 e 1975.Só nos últimos anos é que houve emissões de CO2 importantes. Cada um que tire as suas conclusões
0
Renato Silva on 16 January, 2009 14:20
avatar
Sinceramenmte, ME RECUSO A PERDER TEMPO COMENTANDO SOBRE ESSA MATÉRIA.
Pra falar a verdade, ninguém deveria mais dar força a vocês.
Somente pessoas débeis e medíocres fariam esse tipo de questionamento. O aquecimento global está no nosso dia-a-dia. Talvez não esteja no de vocês, pois no inferno deve ser bem quente, assim como a terra está ficando com a fumaça que sai do teu carro, das chaminés das verdadeiras "indústria de carbono", que está trocando o ar puro em incubadora global. Ou vocês são muito mal-informados ou a falta de ninformação é conveniente para vocês.
Só pra provar a ignorância desse assunto, CRÉDITOS DE CARBONO são apenas um incentivo (por sinal, bem tímidos) para diminuir a emissão de poluentes.
À todos os que ainda tem dúvidas sobre a autenticidade desse problema: SAIAM DOS CASULOS E ABRAM OS OLHOS. Essas alusões ao problema do aquecimento, esses sim são uma farsa e seus autores só podem ser chamados de satânicos.
0
Vilma Cun ha on 17 March, 2009 18:32
avatar
Mas, e se eles estiverem certos ?
0
Karina on 19 March, 2009 21:03
avatar
Concordo com a matéria e parabenizo pela iniciativa. O sensacionalismo confunde a mente das pessoas que obviamente não são climatologistas.
Ao Renato Silva, sinto muito mais ciclos de aquecimento, resfriamento, tempestades, furacões, terremotos, tsunamis, entre outros são absolutamente normais, o fato é que a população mundial cresceu num curto intervalo de tempo e não nos acostumamos ao ambiente e sim queremos que ele se acostume a gente (o que nunca acontecerá). Civilizações como a egipcia que durou cerca de 5 mil anos só conseguiu se estender por todo este tempo pois mudava sempre sua "sede/capital" de acordo com a planicie de alagmento do Rio Nilo e não simplesmente reclamando das secas e chorando os mortos devido as inundações.
Acredito desastres e acredito que devemos aprender com eles e não queimar inocentes na fogueira como era feito na época de caças as bruxas, coincidentemente um periodo onde reinava a fome. Deixe a discussão do clima aos climatologistas.
0
Roberto Dias on 27 March, 2009 22:01
avatar
LOUCO!!!
0
Marcelo on 12 April, 2009 15:57
avatar
Parabéns pelas matérias, e pelo tempo empregado na defesa de suas posições. Para nós todos, concordando ou não, certamente tem grande utilidade até para fomentar discussões. Sendo assim, como cidadão interessado nas coisas da nossa nave, o nosso planetinha, desde já agradeço. E espero mais.
0
ricardo antonio filgueiras on 30 April, 2009 11:22
avatar
Poluição Ambiental Não Existe ?

Ora bolas, se você que escreveu esta matéria ai encima bem escrita por sinal, mais infelizmente as suas palavras são fraudulentas, pois o Sr.diz que é uma fraude a luta pelo meio ambiente onde nós todos vivemos neste Planeta Terra sinto muito lhe dizer o senhor é uma pessoa esquizofrenia entre numa sala e se feixe lá dentro e acenda uma fogueira e vê o que lhe vai acontece.

(Ricardo Antonio Filgueiras)
0
alecia on 14 May, 2009 11:54
avatar
Ora bolas, se você que escreveu esta matéria ai encima bem escrita por sinal, mais infelizmente as suas palavras são fraudulentas, pois o Sr.diz que é uma fraude a luta pelo meio ambiente onde nós todos vivemos neste Planeta Terra sinto muito lhe dizer o senhor é uma pessoa esquizofrenia entre numa sala e se feixe lá dentro e acenda uma fogueira e vê o que lhe vai acontece.

(Ricardo Antonio Filgueiras)
0
vicente firmino arruda on 22 May, 2009 2:53
avatar
Eu moro no centro do PULMAO DO MUNDO, cidade de MANAUS ESTADO DO AMAZONAS - BRASIL,nós somos as vitimas mais duramente castigadas. Pertecemos a um país, cujo o lema é BRASIL, PAÍS DO FUTURO, meu pai nasceu em 1899, e na primeira metade do seculo 20 ele já falava aquilo, eu já tenho 60 anos e fico louco, quando os administradores deste país, do prefeito ao presidente, continuam justicando sua incompetencia nos diznedo que o BRASIL É O PAÍS DO FUTURO. Agora o AQUECIMENTO GLOBAL, serve de pretesto para uma cambada de idiotas da adminsitração federal proibirem qualquer obra na amazonia,são tão ANTE PATRIOTAS, que se não fosse pela sua ignorancia diria que eles estariam sendo comprados, a preço de passagens e viagens, pelas ONG`s, sem terem nem uma suspeita de que estão sendo usados e enganados. Nada no mundo vai parar a catastrofe, se ela for real, o que não será, até lá os grupos economicos que já estão se formando, desstruirão parte da popula~ção do planeta, seguindo seus interesses. Se o BRASIL descobrir um PRESIDENTE que tenha coragem de expurgar, os atuais dirigentes de orgaos de meio ambiente, dá um jute no TRAZEIRO das ONG´S, e aproveitar os recursos brasileiros já, talvez o planeta consiga sobreviver, já que com isto nos tornaremos senhores da geração de ALIMENTOS, ENERGIA, MEDICAMENTOS, e tudo mais que a humanidade necessita. Temos mais chance fazendo isto do que transformar a amazonia em um santuario do mundo. enquanto o mundo vive muito bem, sem sacrificar nenhum luxo. Enquanto o BRASIL tiver politicos pobre de espirito, que fecham os olhos e entregam a nação em troca de alguns trocados, ou uma viagem a MIAMI, o planeta não vai sofrer nada, mas o BRASIL vai ficar mais pobre, pois vai perder o controle sobre toda amazonia. Espero que todos os BRASILEIROS, VIVENDO AQUI NA AMAZONIA, ou não, que queiram evitar isto, lutem, antes da amazonia se tornar usufruto do mundo, ela se transformará numa nação independente, porque quem mora e ama O BRASIL E A AMAZONIA, não permitirá sua internacionalização, como querem os paízes ricos e o que muitas autoridades brasileiras estáo fazendo concessões absurdas e imorais. Se o planeta vai explodir, não formos nós que provocamos, portanto, vamos pelo menos aproveitar o tempo que nos resta neste planeta, VENHAM PARFA AMAZONIA, se os futuros governantes, não forem capazes de conquista-las VENHAM se tornar os CIDADÕES DA FUTURA NÇÃO CHAMADA AMAZONIA, e viver no PULMÃO DO MUNDO, tenha certeza que se eles explodirem o PLANETA, aqui nós vamos ter mais chance de sobreviver.
0
Thália :) on 22 June, 2009 19:42
avatar
a falta de conciêncitização humana , vai acabar com o futuro que agente tem de viver ! Ninguém recorre ! Ninguém faz NAAADA ! sinceramente o mundo ta perdido :(
0
Luciene Dias on 26 July, 2009 18:44
avatar
Certamente algumas pessoas que comentaram anteriormente não leram o artigo inteiro e estão dando opiniões. Eu concordo com a tese de que as alterações no clima não são de origem antropogênica e sim do ciclo natural do planeta terra, como vem acontecendo hà mtos anos atrás, aquecendo e resfriando. Para entender melhor assistam ao vídeo no Youtube, um documentário produzido pela televisão britânica, chama-se " A grande farsa do aquecimento global"
http://www.youtube.com/watch?v=RDzuXPM1W3k
0
fafa on 28 August, 2009 10:05
avatar
Parabéns pela materia. e concordo sim que é uma verdadeira fraude o aquecimento global, com interesses politos para a implantação do Governo mundial infeslimente as pessoas perderam a capacidade de pensarem, analisarem a noticia e julgar afinal. os protocolos dos sábios de sião fala em controle do dinheiro , fe . alimentação, imprensa ... etc eis alguns
[...] O controle das nações será assegurado pela criação de gigantescos monopólios privados que serão os depositários de imensas riquezas do qual dependerão até os gojim (não judeus) Controle da imprensa..[...] Nenhuma notícia será publicada sem antes ter recebido nossa aprovação. O que desde agora acontece, pois todas as notícias do mundo são reagrupadas somente em algumas agências.
Essas agências, estando sob nosso controle, só publicam o que aprovamos. [...
páginas 61/62/63
4. O controle da fé

[...] Supriremos dos homens sua verdadeira fé. Modificaremos ou eliminaremos os princípios das leis espirituais. [...] A ausência dessas leis enfraquecerá a fé dos homens pois as religiões não serão mais capazes de dar nenhuma explicação. [..
8. O controle da alimentação

[...] Nosso poder reside também na penúria permanente da alimentação. O direito do capital, esfomeando os trabalhadores, permite sobre eles um controle mais seguro do que poderia fazê-lo a nobreza com seu rei. [......] O povo perderá, cada vez mais, o hábito de pensar por si mesmo e de formar sua própria opinião, ele acabará pronunciando as palavras que desejarmos ouvir pronunciadas. [...] Este é o controle na educação....] Nesse jogo, saibam que a coisa principal é de tê-los convencido a aceitar as necessidades da ciência. [...]
[...] Tendo isso em conta, não cessaremos de criar uma confiança cega nessas teorias (científicas) e os jornais nos auxiliarão muito bem quanto a isso. Os intelectuais entre os gojim se gabarão de seus conhecimentos. [...]isso tudo faz parte de um plano politico com um so intuito o aquecimento global é uma farsa sim.
"Existem dois tipos de história mundial: uma é a oficial, mentirosa, própria para as salas de aula; a outra é a história secreta, que esconde a verdadeira causa dos acontecimentos." - Honoré de Balzac
.
0
Fábio Bittencourt on 01 September, 2009 12:34
avatar
Em outubro de 2009 estréia o filme irlandês Not Evil Just Wrong, que critica Al Gore e o alarmismo do aquecimento global antropogênico. Vejam o trailer e mais detalhes na página http://www.noteviljustwrong.com
0
Eri on 22 September, 2009 21:39
avatar
Bom, já que não tem nada disso vamos destruir a Amazonia \o/ pois não adianta pra nada mesmo ¬¬ e vamos continuar constrindo mais fabricas em cima das florestas e andar cada vez mais de automovel pra mim é bom isso pois não vou cansar andando e vamos ver coisas cada vez piores em SC onde já teve até um tornado mas tudo bem pois é normal ver a morte da humanidade \o/ eu não estou nem ai mesmo...¬¬
0
Denise on 10 October, 2009 15:14
avatar
Gostaria de saber do caro colega autor deste artigo : Se o aquecimento global não é de origem humana, pois esta contribui apenas em 2%, e sim um ciclo da própria natureza; então devemos continuar com o progresso destruindo florestas, recursos hídricos, depredando a natureza, deixar o mundo sem flora e fauna? Estes elementos da natureza não são importantes para o nosso planeta? Só a presença humana é que importa? Conseguiremos sobreviver num mundo assim? Ou não seria melhor um desenvolvimento sustentável cultivando o pouco de natureza que ainda nos resta?
Infelizmente não sou cientista e nem pesquisadora no assunto, apenas alguém que se preocupa em viver num mundo melhor e deixar algo para as próximas gerações...
0
Mikhael on 20 October, 2009 13:09
avatar
Denise, tudo o que você citou (...continuar com o progresso destruindo florestas, recursos hídricos, depredando a natureza, deixar o mundo sem flora e fauna.), de acordo com os que crêem no auecimento global causado pelo homem, nada tem a ver com aquecimento global. Esta é a confusão típica: achar que porque não acreditamos no aqucimento global não no importamos com a natureza.
0
Benad mushi on 22 October, 2009 10:19
avatar
Chega a ser angustiante a salada que as pessoas fazem quando comentam.

O problema que vejo na campanha contra o aquecimento global é que só todo o problema tem se resumido ao controle do CO2, que é um gás emitido naturalmente por todas as formas de vida.

Discutir essa campanha, não significa discutir a necessidade de reduzir a poluição. Contudo reduzir o CO2 não é reduzir a poluição.

Se as petrolíferas achassem uma forma de queimar combustível sem liberar CO2, mas liberando chumbo, enxofre e monóxido de carbono. e daí?

Está tudo resolvido?
0
paty on 03 November, 2009 18:43
avatar
ahahahah super
0
Gabriel on 07 November, 2009 23:13
avatar
Este site presta um grande desserviço à humanidade,auxiliando a discórdia entre "ambientalistas e desenvolvimentistas", quando ambos os "grupos" deveriam trabalhar juntos pelo bem do planeta.Apenas na visão de pessoas retrógradas como vocês o ambientalismo é contra o desenvolvimento.Muito pelo contrário,um novo desenvolvimento,uma nova economia são perfeitamente possíveis!Não vou discutir os estudos científicos que mostram as verdades incovenientes sobre o estado em que o planeta se encontram.Apenas digo que os filhos e netos de vocês,retrógrados,é que pagarão o preço desta negligência,no caso de todos nós não tomarmos atitudes!
0
Élida on 19 November, 2009 22:35
avatar
Senhoras e senhores, de que adianta ficaram discutindo a opinião dos outros? E de que adianta postarem opiniões e idéias. Estamos carecas de saber causas, consequências e possíveis solução. Temoa é uqe prevenir(evitar).Aí eu pergunto. O que vcs estão fazendo para ajudar nossos futuros filhos,netos, bisnetos e toda uma geração que ainda está por vir, que são as maiores vítimas de toda essa situação?Eu to fazendo a minha parte e vc?
0
Rodrigo Cacilhas on 03 December, 2009 9:25
avatar
Nada como uma boa associação reversa para fundamentar uma mentira.

Piaget que o diga!

[]’s
Cacilhas, La Batalema

PS: Pra bom entendendor, meia palavra basta. O resto vai na onda do JN.
0
Adilson on 04 December, 2009 14:13
avatar
Os ecouloucos estão cada vez mais radicais, estão partindo para a agressão!!!
0
Acir de Lima Pinto on 24 December, 2009 17:08
avatar
E agora José? o aquecimento Global com frio de -30º graus na Europa e Estados Unidos! a mentira tem perna curta e a verdade vem a tona....O que dizer?... alguém dos desocupados ambientalistas, barraqueiros,mentirosos e otros cositas mas, teem alguma explicação convincente? falácias e bla,,bla, bla já estamos até o pescosso.
0
Flávio on 11 January, 2010 0:27
avatar
Eles estão certos!!!!!
0
wagner Martins de Souza on 12 January, 2010 5:53
avatar
Fala serio... Me da vontade de vomitar quando eu leio uma besteira tão grande e o pior é ver que vcs escrevem esse lixo e ainda tem a audacia de colocar espaso para comentario ta achando que as pessoas são nubi...Acho que o cerebro de ervilha de vcs ñ tem a capacidade de ligar a tv e ver que o aquecimento global existe e o pior e que ele esta na nossa frente e estamos sentindo ja o seu comite de boas vindas com enchentes furacãos secas muinto acima da media... perto da cidade onde moro caiu uma enorme pedra de gelo detalhe NÃO TAVA CHOVENDO... varios tufões e ate furacões no mesmo ano onde ñ se avia registro antes deles... e ainda querem que eu acredito nisso?
0
tiago on 18 January, 2010 18:02
avatar
o caro sr. wagner Martins de Souza nao esta perdendo nenhum capitulo da fabulosa historia contada pelos irmaos Marinho no JN e GloboReporter... continue assim, o eterno ignorante (trouxa) util, o greenpeace, wwf e caterva agradecem seus esforcos, pq nao vira um contribuinte deles tb?! e sempre assim, quando e ano de el nino ou la nina os trouxas uteis espectadores dos irmao Marinho ja trombeteam como criancas mimadas sobre as mudancas climaticas... um pouco de estudo nao faz mal a ninguem, pq nao procurem LER algo de interesse como artigos cientificos (nao, nao vales os do globo ecologia, esses nao) ao invez de continuarem eternos trouxas?!
Aqui caiu um galho de uma arvore bem em cima de minha casa, detalhe: NAO ESTAVA CHOVENDO!!!
0
Contestador on 24 January, 2010 22:29
avatar
Caro Wagner Martins.
"ñ tem a capacidade de ligar a tv e ver que o aquecimento global existe e o pior e que ele esta na nossa frente"
Já ouviu falar do climategate?
Claro, na tv não apareceu.
Vá se informar melhor e perceba o quanto foi manipulado pela mídia que você idolatra, acorde!
0
Guilherme on 27 January, 2010 5:03
avatar
Não esqueçam: Tudo na natureza -(repito) Tudo na natureza busca o equilíbrio! Desde uma simples transferência de elétrons para uma outra órbita eletrônica, passando por uma chuva, uma descarga atmosférica, o desenvolvimento de um câncer, a reprodução celular, TUDO, TUDO, sem exceção, BUSCA O EQUILÍBRIO! Portanto, aconteça o que acontecer, esse complexo sistema encontrará o equilíbrio.

A "Ciência Natural", "A Ciência da Observação", chamada de Física, pode compreender esses acontecimentos.

Não basta ter conhecimento em uma área, é preciso confrontar e interligar todas as informações de todos os ramos daquilo que chamamos de ciência.

É só observar!

Guilherme Monteiro
0
Rui on 16 February, 2010 21:40
avatar
Tenho lido alguns livros anunciados aqui (Mafia Verde 1 e 2). Já em 2002 tomei conhecimento do que era (e ainda é) o movimento ambientalista internacional, através do paper com o título "Bastidores do Ambientalismo Internacional", o qual recebi por email na época e me possibilitou descobrir este site. Face aos fatos que vêm sendo revelados, principamente nas duas últimas semanas, no que tange o IPCC, CRU, a entrevista de Phil Jones para a BBC, o Himalaia, os 40% da floresta amazônica, os furacões e catástrofes naturais, Rajendra Pachauri e seus interesses inconfessáveis, só tenho a agradecer aos autores do artigo, por me esclarer já em 2007 (sobre o IPCC) o que hoje está vindo a tona. Tenho pena das pessoas que deste artigo zombam (acima), mas elas fazem parte daquele grupo que queriam uma catástrofe. Agora elas têm uma (e provavelmente nem estão sabendo). Triste.
0

Poste seu comentário comment

Entre o código que você vê na imagem:

  • email Compartilhar
  • print Versão p/ impressão
  • Plain text Texto